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27 janeiro 2011

Atacantes brigam pela nove da Tuna


Flávio Goiano começa a definir hoje o time que pega o Japiim

A forte chuva na manhã de ontem forçou o cancelamento do treino tático da Tuna, que estava marcado para o gramado do Francisco Vasques. Com isso, os jogadores participaram de uma atividade física na academia da Vila Olímpica. À tarde, apesar do tempo fechado, o grupo realizou um treino técnico.

A ênfase da atividade foi nas jogadas de linha de fundo e finalizações. O destaque ficou por conta do bom aproveitamento do meia-atacante André Barata. O jogador, que tem agradado nos treinamentos, só depende de sua regularização junto à FPF para estrear com a camisa da Águia do Souza. A única ausência na atividade ficou por conta do goleiro Adriano. De acordo com o preparador de goleiros Lubrax, o "Paredão" precisou resolver problemas particulares.

Hoje, o técnico Flávio Goiano comanda o primeiro coletivo da semana, às 16 horas, no Souza. Pela manhã, folga para os atletas. No próximo domingo, às 9h30, no Souza, a Tuna realiza sua segunda jogo pela fase principal do Parazão 2011. O adversário será o Castanhal, que foi derrotado pelo Paysandu, por 4 a 2, na abertura da competição, domingo passado.Portal ORM


Coletivo: A Tuna Luso realizou treinamento coletivo nesta quarta-feira (26), com vistas à partida contra o Castanhal, no próximo domingo (30), a partir das 9h30, no estádio Francisco Vasques, o Sousa. A equipe principal formou com Adriano; Hugo Deleon, Cristóvão (Marabá), Bruno Oliveira e Léo; Negreti (Japonês), Dudu, Alexandre Pinho e Élton (Felipe Mamão); Fabinho (Canu) e Zazá (Elias). O placar da movimentação foi de 3 a 2 para os titulares, gols de Fabinho, Zazá e Canu. Diminuíram para os reservas Felipe Mamão e Leandro. (Gustavo Pêna, DOL)

17 janeiro 2011

O arranque da Águia Guerreira do Sousa

Mesmo sem ir a balneário algum, este tunante tirou umas longas ferias aqui do sitio, foi devido ao novo emprego, embora esteja no mesmo estado, a cidade fica um pouco distante para ir e vir em casa todos os dias.


Somente nas folgas(4x2) e' que estarei postando, pretendo  resolver este grande problem em breve.

Mas vamos ao que interessa, neste período muitas coisas aconteceram, a Tuna perdeu uma boa parte de seu esteio, que fora importante na classificação.

Charles e Analdo foram devolvidos, Fininho tomou o rumo da travessa Antonio Baena e vida segue pelo Souza. 
Uns se vão, mas outros chegam...
O goleiro Adriano ex- Parauapebas e Remo chegou para ao meu ver brigar pela 1 do time, Adriano nao vem de grandes temporadas e carrega a zica de muitas quedas. A grama cruzmaltina pode lhe fazer um bem danado e disso a Tuna tem tido algumas larguras em sua historia ,com jogadores largados pela duplinha rexpa.
Adriano é o novo reforço da Tuna (Foto: Octavio Cardoso)
Que o paredão funcione contra eles e a praga deixe o costado do guarda redes Adriano.

Outro que também baixou as malas no Chico Vasques foi meia-atacante André Barata, Campeão em 2005 pela Serie C com o Remo.

Barata ao que parece chega mais amadurecido ,chegou falando que as bobagens do passado acabaram e que as barcadas Tao comuns em sua vida nao mais existem, tomara!
Barata chegou e se integrou rapidamente na Tuna (Foto: Mario Quadros)
Aru Tambem veio, o jogador indigina vem para ter sua primeira grande oportunidade em um time grande da capital, vai ter que agarrar, e ai tunante amigo ,suor e sangue pela cruz de malta do Souza nao vao faltar.

Agora o mais importante foi que a midia tem aberto aos poucos as perninhas para a gloriosa tuna, e ai na forma mais mineira possível a Tuna vai buscando arrumar as patacas necessárias para armar uma equipe digna da nossa tradição.

O caneco vai ser uma consequencia de fatos, favoritos são os mesmos de sempre, a Tuna corre por fora, se bobearem a gente pinba.


16 janeiro 2011

O indígena Aru chega para reforçar a Tuna

O atacante de origem indígena Aru, contratado na semana passada pela Tuna Luso Brasileira para a temporada 2011, está muito confiante para o novo desafio da sua carreira. Iniciou tarde a carreira profissional, em 2009, aos 22 anos, e atuou pelo Time Negra Kyikatêjê por duas oportunidades, além de uma passagem rápida pelo Olaria, no fim do ano passado, onde nem chegou a atuar.
O jogador recebeu a reportagem em sua casa, localizada no bairro do Coqueiro, em Ananindeua. Devidamente caracterizado como índio, com pintura nos braços e no rosto, além estar vestido com o uniforme do Time Negra, Aru contou um pouco sobre sua vida, seus sonhos e a vontade que tem de brilhar com a camisa cruzmaltina. Apesar de possuir ascendência indígena, o atacante não foi criado em uma aldeia. “Meus pais tiveram um problema na aldeia e nós fomos morar na cidade (Marabá). Com 15 anos, morei um tempo na aldeia, mas logo voltei pra minha casa, porque minha escola ficava longe”, afirma o atleta. Com dez irmãos, Aru passou por dificuldades quando era mais novo.
Seus pais tinham dificuldades em sustentar a família, ocasionado pelo elevado número de filhos e também pelo preconceito que sofriam na cidade de Marabá, influenciado pela ascendência indígena. Apesar disso, o atacante e seus irmãos não abandonaram os estudos e o resultado final são oito filhos com diplomas acadêmicos. Apesar de não ser formado, Aru se comunica muito bem, diferente até da maioria dos boleiros, que comentem vários erros de português em uma entrevista. “A comunidade indígena é minha vida. Gosto de me pintar nas partidas para representar meu povo. Isto (pinturas) representa alegria para nós (índios). Quando eu entro em campo, procuro estar sempre alegre”, comenta.
Na Tuna, o jogador sabe que esta pode ser a chance da sua vida para decolar sua carreira. Atuando como centroavante, ele irá disputar espaço no time titular com Fabinho e Kanu. Ciente da responsabilidade, o atleta gostou do ambiente encontrado na Lusa. “Apesar do pouco tempo que passei aqui, gostei do ambiente, todo mundo me tratou muito bem. Espero fazer um bom campeonato e ser campeão na Tuna”. (Diário do Pará)