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AS CHANCES DE CADA UM
GRUPO 17
Tuna Luso - Vencendo o Rio Branco, chega a dez pontos. O adversário permaneceria com seis, podendo chegar somente a nove em seu último jogo, em casa, contra o Sampaio. Ainda na penúltima rodada, vai precisar torcer para que o Sampaio empate ou derrote o Imperatriz. Em seu último jogo, precisará apenas de um empate diante do Imperatriz, no interior do Maranhão.
Imperatriz - Tem de vencer o Sampaio, quarta-feira, e pelo menos empatar com a Tuna em seu último jogo em casa. Precisa torcer por um empate entre Lusa e Rio Branco, na penúltima rodada.
Rio Branco - Tem de vencer a Tuna e torcer pela derrota do Imperatriz no jogo contra o Sampaio. Com isso, chegaria a nove pontos e só precisaria de um empate dentro de casa contra o time maranhense, na última rodada.
Sampaio Corrêia - Com apenas quatro pontos, o time maranhense precisa de duas vitórias e ainda uma combinação de resultados para conseguir uma das vagas à fase seguinte da Série C.
GRUPO 18
Barras - Com dez pontos, o time piauiense já garantiu praticamente sua classificação, passando, a partir de agora, a apenas cumprir tabela até o final desta fase do campeonato.
Fast Clube - Precisa de uma vitória e um empate nos dois jogos que lhe restam nesta etapa. Caso obtenha esses quatro pontos, alcançará onze e estará garantido na terceira fase do campeonato sem depender dos resultados de nenhum de seus concorrentes.
Ananindeua - Não tem outra saída: precisa vencer os dois jogos que lhe restam nesta fase do campeonato para chegar aos dez pontos. Além disso, precisa ficar nas arquibancadas torcedndo por derrotas ou empates do Fast Clube nas duas últimas rodadas.
Nacional - Já está eliminado do campeonato. Em quatro jogos disputados até agora, o Leão de Manaus conseguiu apenas um ponto. Tem dois jogos a cumprir, contra o Fast e o Ananindeua, apenas para curprir tabela.
| Sampaio Corrêa-MA | 2 x 2 | Tuna Luso-PA | |
![]() | Cortez 33'/1T
Alex Mineiro 29'/2T | ![]() | Cléo 13'/2T (pênalti)
Cléo 23'/2T |
Brasília Agência Estado
Os clubes de futebol que tiverem interesse podem aderir à Timemania a partir de hoje. Ao todo, o governo selecionou 99 candidatos para ficar as 80 vagas disponíveis na nova loteria, criada para ajudar as agremiações a pagarem suas dívidas com a União. Conforme a lei regulamentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada, estão na lista dos 99 clubes selecionados os 20 que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro e os 20 da Série B. Os demais escolhidos são aqueles que reúnem o maior número de títulos de campeonatos estaduais, regionais e nacionais.
A Timemania pode entrar em vigor ainda neste ano e vai funcionar no mesmo esquema da Mega Sena, mas terá o escudo dos clubes ao invés dos números. O apostador poderá escolher 10 entre as 80 opções, premiando aqueles que acertarem 7, 6, 5, 4 ou 3 sorteados - o sorteio será semanal, sempre aos sábados.
Do total de dinheiro arrecadado com a Timemania, 22% será destinado diretamente para o pagamento de dívidas dos clubes com INSS, FGTS, Receita Federal e outros impostos devidos à União. O restante irá para a premiação, para o custeio do serviço e para destinos especiais, como as Santas Casas de Misericórdia.
balanço anual, uma exigencia e das principais, e do pouco que sei nenhum, dos tres maiores clubes paraenses, Tuna Luso,Remo ou Paisssandu que foram incluidos no timemania tem feito com regularidade isso, e tem mais !tem que ser publicado em jornais. a aguia nao pode perder essa.
TUNA LUSO 1X 0 IMPERATRIZ
Tuna - Inácio; Marquinhos Belém, João Gomes, Hallyson e Cassiá; Wilson, Marlom, Marcelinho e Márcio Belém; Cléo e Baiano. Técnico: Carlos Lucena
Rio Branco (AC) - Marcus Vinícius; Marquinhos, Ico e Donizete; Zé Marco, Ismael, Ley, Esquerdinha e Neném; Juliano Cézar e Marcelo Braz. Técnico: João Carlos Cavalo.
Local: Arena da Floresta (em Rio Branco-AC). Horário: 20h. Árbitro: Arnoldo Vasconcelo Figarela (RO). Assistentes: Jean Carlos Rodrigues (AC) Mário Jorge Ferreira (AC)
Agora é dentro de campo. Depois de receber uma forcinha do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Ananindeua vai ter que provar agora, dentro das quatro linhas, que era merecedor da vaga à segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C. Hoje à tarde, a partir das 16 horas, o representante paraense encara o Barras-PI, no estádio Juca Fortes, no Piauí, na estréia dos alvi-azuis. No último final de semana, o adversário de hoje arrancou um empate fora de casa, por 1 a 1, diante do Fast Clube, em Manaus, e por isso vem motivado para conquistar mais três pontos, agora diante de sua torcida.
Até ontem, A Tartaruga tinha apenas uma dúvida na equipe. O volante Dadá viajou reclamando de um desconforto muscular, o que fez o técnico Mário Henrique esperar mais um pouco antes de divulgar a escalação do time titular. Hoje pela manhã os médicos do clube farão uma nova avaliação sobre as condições clínicas do atleta. De resto, a equipe será praticamente a mesma que perdeu para o Araguaína, por 3 a 1, na última rodada da primeira fase da competição. O desfalque será o zagueiro Charles que, suspenso, terá a vaga ocupada por Felipe Bragança.
Do lado do adversário, a confiança é grande. Após o ponto conquistado fora de casa, a idéia é aproveitar o apoio da torcida, que promete comparecer em bom número hoje, para embalar de vez na segunda fase do Nacional. A idéia do técnico Paulo Ricardo Maroni é sufocar a Tartaruga para conqseguir o resultado ainda no primeiro tempo. O time será o mesmo do jogo na cidade de Manaus-AM.
Tapetão -O Ananindeua conquistou, no tapetão, a vaga na segunda fase do Campeonato Brasileiro. o Araguaína, que havia terminado a primeira fase com onze pontos, foi punido pelo STJD com a perda de 12 pontos pela escalação irregular do atacante Eucimar, de 18 anos, em duas partidas da primeira fase. O Ananindeua, com nove pontos, acabou sendo promovido junto com o Imperatriz, primeiro colocado do grupo, à segunda fase.ORM
Barras (PI) - Isaías; Lian, Serginho e Leandro; Montanha, Tiago, Antônio Carlos e Luciano; Joniel e Pântico. Técnico: Ricardo Moroni.
Ananindeua - Beto; Leandrinho, Felipe Bragança, Gino e Alex; Dudu, Dadá (Soares), Ricardo Capanema e Flamel; Torrô e Valdomiro. Técnico: Mário Henrique
Lucena Técnico dedura o que há de pior no futebol do Pará: a desorganização Sem papas na língua, o técnico da Tuna Luso, Carlos Alberto Lucena, de 50 anos, não pensa duas vezes ao apontar os dirigentes como responsáveis pelas dificuldades enfrentadas pelo futebol paraense. Para ele, os nossos clubes não têm organização e esbajam dinheiro que, muitas das vezes, nem possuem. 'Os clubes fazem dívidas, mesmo sabendo que terão dificuldade para pagá-las lá na frente', diz. Para ele, que é casado e pai de três filhos, um deles o lateral tunante Cassiá, os clubes de uns anos para cá têm importado jogadores e treinadores em excesso. E o pior, segundo ele, 'profissionais quase sempre de qualidade duvidosa.' Lucena salienta que Remo e Paysandu, clubes de maior apelo popular, não investem como deveriam na revelação de jogadores. 'Isso só não vê quem não quer ou é cego', afirma. Segundo o treinador, o afastamento do torcedor dos estádios tem uma explicação: a falta de craques nas equipes. Confira a entrevista do treinador que se considera o verdadeiro 'Rei do Acesso'. Em sua opnião qual o grande problema para que o futebol paraense não decole de vez e se iguale a grandes centros? O que nos falta é organização. Veja o caso de Remo e Paysandu, que são os clubes que contam com as maiores torcidas. Todo os anos eles importam pencas de jogadores, grande parte de deles de qualidade duvidosa. Esses jogadores chegam aqui, muitas das vezes não conseguem render nada e só deixam prejuízos financeiros aos clubes. Se dessem uma atenção melhor às suas divisões, com toda a certeza, esses clubes estariam hoje em situação financeira bem melhores, já que poderiam formar grandes equipes, com um ou dois bons jogadores importados, e ainda vender atletas para outras equipes nacionais ou de fora do exterior. Um outro problema é que nosso clubes, todos eles, ainda vivem de rendas, como era há 15, 20 anos. Eles não buscam outras alternativas de arrecadação, como por exemplo os patrocinadores, já que o futebol continua sendo o esporte mais praticado e assistido no País. Para confirmar o que digo, posso citar só um exemplo: o São Caetano. Lá em São Paulo esse time joga com meia dúzia de torcedores nas arquibancadas e, no entanto, tem patrocinadores fortes, que ajudam decisivamente na manutenção do clube. Ninguém ouve falar de salários atrasados no São Caetano, bem diferente da nossa realidade, onde nossos principais clubes convivem com problemas na Justiça do Trabalho. Você acredita que o que é arrecadado pelos clubes paraenses é mal gerenciado? Claro que sim. Se nossos clubes trabalhassem com os pés no chão, mas com a meta de se tornarem grandes, com toda a certeza esse dinheiro seria muito melhor investido. Onde já se viu, por exemplo, clubes daqui em condições de pagar salários de R$ 50 mil, R$ 60 mil a um treinador. Isso não existe. Neste momento o futebol paraense, que não dispõe de uma infra-estrutura pelos motivos que já disse, não tem as mínimas condições de pagar salários tão altos a treinadores importados. No entanto isso acontece todos os anos. E o pior é que esses treinadores que são importados agora deram para trazer preparador físico, auxiliar-técnico, preparador de goleiros e tudo mais. Isso acontece nos grandes clubes. É normal. Mas lá eles podem pagar, já que contam com patrocinadores fortes. Não falo isso por ser um treinador local. Nada disso, já que também sonho em trabalhar fora do futebol paraense. Falo isso por viver a nossa realidade. Aliás, essa importação desenfreada também atinge jogadores, que ganham salários de R$ 25 mil, R$ 30 mil e até mais. Como pagar salários tão altos se os clubes não tem fontes de receita para bancar isso? O resultado são as dívidas que vão se acumulando e impedindo o crescimento dos clubes. Nessa questão da política de pés no chão a Tuna, na sua avaliação, poderia servir de exemplo a Remo e Paysandu? Não sei bem se a Tuna poderia ser um exemplo. Falo isso em função de termos uma torcida menor que as de Remo e Paysandu. O que posso dizer é que trabalho na Tuna desde 1989 e durante esse tempo quase sempre o clube trabalhou com os pés no chão, contratando quem pode pagar. Das vezes em que seguiu a política de Remo e Paysandu, no sentido de contratações, a Tuna sempre se deu mal. Os salários aqui são bem inferiores aos que são pagos por Remo e Paysandu, mas são raros os casos em que ex-funcionários do futebol levam o clube à justiça. Alguns desses abacaxis foram deixados por antigas administrações do clube. Hoje nossos salários estão em dia. É uma prova de que é preciso trabalhar e, principalmente, gastar dentro da realidade. Você acredita que a receita é apostar nas divisões de base? Isso já está mais do que claro. Só não vê quem não quer ou é cego. Agora é preciso apostar e apostar mesmo nas divisões de base. Não adianta os clubes prometerem dar apoio às divisões de base e ficar só na promessa. É preciso investir na garotada para colher os frutos lá na frente. Isso requer um pouco de tempo. Mas os nossos clubes, com exceção da Tuna Luso, e, principalmente, os torcedores não têm paciência para esperar. Qual o tratamento que os clubes dão hoje à formação de jogadores? O pior possível. A garotada muitas das vezes não tem nem onde treinar. É obrigada a treinar em campos sem condições e só tem uma, duas bolas velhas. Mesmo com todas essas dificuldades é grande o número de bons jogadores que surgem no nosso futebol. Tem jogador que aparece no interior e de lá mesmo já segue para clubes de fora do Pará. Imagine se nossos grandes clubes tivessem uma boa estrutura em sua divisões de base, quantos craques não apareceriam e renderiam títulos e dinheiro às suas equipes. Na sua opinião, o torcedor paraense está se afastando dos estádios? O paraense é um apaixonado por futebol. Todo mundo sabe disso. Até os caras lá fora. O que acontece é que os clubes têm importado uma grande quantidade de jogadores que estão longe de chegar às tradições do nosso futebol. Como disse, grande parte dos jogadores que vêm de fora não mostra nada e quando deixa o Pará leva o bolso cheio de dinheiro ou de duplicatas que mais tarde vão parar na Justiça do Trabalho. Até pouco tempo, nossos clubes, principalmente Remo e Paysandu, contratavam bons jogadores lá fora. Cada um tinha pelo menos três grandes jogadores, verdadeiros craques, o que não acontece hoje. Isso, sem dúvida, afasta o torcedor do estádio. Ninguém é bobo de pagar ingressos para ver um espetáculo sem qualidade. O dia que nossos clubes voltarem a ter grades craques, pode anotar, o futebol paraense voltará aos seus bons tempos. Você se considera mesmo o 'Rei do Acesso' ou é apenas mais uma frase de efeito sua? Claro que me considero o 'Rei do Acesso' pelo trabalho que venho desenvolvendo aqui na Tuna Luso. Em uma só temporada consegui, com a ajuda da comissão técnica e dos jogadores, tirar o time do torneio de acesso e classificá-lo para a fase principal do Parazão. Chegamos à decisão com o Remo, o que não acontecia há bastante tempo. Isso nos garantiu uma vaga na Copa do Brasil e a participação na Série C do Brasileiro com os gastos sendo bancados pela CBF. Além disso tudo, já sabemos que a Tuna tem participação garantida na fase principal do Campeonato Paraense do ano que vem. Não é pouco não. Agora compare isso tudo com o que fizeram os treinadores Paulo Roberto e Luis Carlos Martins, que chegaram aqui com a fama de 'Reis do Acesso'. O primeiro deixou o Paysandu eliminado da Série C e o Remo foi deixado lá na rabeira da Série B. É aquilo que sempre falo, o futebol é como o espiritismo. No espiritismo só quem pode ver espírito são os médiuns. No futebol tem muita gente que assiste ao jogo mas não consegue ver nada.entrevista publicada em O Liberal
| Grupo 17 Rio Branco (AC) Araguaína (TO) Tuna Luso (PA) Sampaio Corrêa (MA) | Grupo 18 Nacional (AM) Barras (PI) Fast (AM) Imperatriz (MA) | Grupo 19 Nacional (PB) Bahia (BA) Atlético (PB) Linhares (ES) | Grupo 20 ABC (RN) Coruripe (AL) Porto (PE) Confiança (SE) |
| Grupo 21 Atlético (GO) América (RJ) Itumbiara (GO) Volta Redonda (RJ) | Grupo 22 Vila Nova (GO) Rio Claro (SP) Crac (GO) Guarani (SP) | Grupo 23 Bragantino (SP) Roma (PR) Democrata GV (MG) Esportivo (RS) | Grupo 24 Villa Nova (MG) Joinville (SC) Águia Negra (MS) Ulbra (RS) |
Dos três representantes paraenses que iniciaram a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro deste ano, apenas a Tuna Luso Brasileira, campeão da Terceirona em 1992, segue na competição após o término da primeira fase. E olha que a Lusa é a equipe com o menor número de “estrangeiros” dentre os papas-chibé.
Em seis partidas disputadas com três vitórias, duas derrotas e um empate, o técnico Carlos Alberto Lucena e sua verdadeira família alcançaram a pontuação suficiente para garantir a segunda colocação do grupo 2 e, a partir de agora, fazer parte do Grupo 17 ao lado de Araguaína (TO), Rio Branco (AC) e Sampaio Corrêa (MA).
Dos eliminados, Paysandu e Ananindeua, o que menos fez feio foi a Tartaruga. O time comandado pelo técnico Mário Henrique perdeu uma invencibilidade de cinco partidas no Grupo 3 na última e decisiva delas – mesmo depois de surpreender o Paysandu com um time formado por jogadores experientes como o zagueiro Gino e o atacante Valdomiro, ambos velhos conhecidos do futebol paraense.
O Ananindeua acabou dependendo de resultados positivos de seu conterrâneo de grupo e foi eliminado na última rodada, perdendo para o Araguaína (TO) fora de casa por 3 a 1.
Ao Paysandu, terceiro pior time da competição, restou o vazio de nenhuma vitória e duas derrotas como mandante em seis partidas disputadas, além da frustração de uma diretoria que investiu pesado para sanar as dívidas do clube e na reforma estrutural do patrimônio bicolor, heranças malditas das últimas gestões. Dentro de campo, o Bicola acabou sucumbindo perante equipes sem a menor tradição no cenário do futebol nacional, como o Imperatriz (MA) e o Araguaína (TO), dando adeus à competição com uma rodada de antecedência.
Aos aficionados pelo sucesso do futebol do Pará, cabe o dever de apoiar desde já o seu único representante na Série C. Afinal de contas, a Tuna Luso Brasileira, tradicional reveladora de talentos para equipes de todo o território brasileiro, vem cumprindo brilhantemente o seu papel – a Lusa vem fazendo prevalecer a força do futebol do Norte dentro da Terceirona. Para os fãs das contratações faraônicas e dos fracassados e falsos “reis do acesso”, fica a missão de engolir o sucesso cruzmaltino na Série C.
Indiferente ao caos que se instalou nos vizinhos, a Tuna pega amanha o Nacional de Manaus que joga ja classificado,para nos um simples empate e estaremos na segunda fase, mas que se ph..ou melhor exploda o empate eu quero e' comer esse jaraqui.nham..nham.
A Tuna joga praticamente com o mesmo time que ganhou do seu raimundo na rodada passada, Carlos Lucena ,tecnico poderoso e papa-xibe' dos bons pode mandar a onzena cruzmaltina desta forma Inácio; Marquinhos Belém, João Gomes, Sérgio e Cassiá; Wilson, Paulo de Tarsio, Márcio Belém e Marcelinho; Cléo e Luis Cláudio Baiano.
O diabos e' que apos a minha passada costumaz pelo izakaya(boteco) houveram alguns probleminhas no Souza e ao que parece Marquinhos Belem e Cleo sofreram com antigas contusoes e dependem do departamento me'dico, se nao der para os dois, Fernando e Garrinchinha entrarao.
Sabadao bom para enfiar uma boa goleada nesse time Bare', tomando umas ge'ge' e beliscando aquele peixinho de cheiro reconhecivel ,portanto como ja e' de costume vamos de "sashimi de jaraqui".
O centro avante Baiano e' o unico estrangeiro no time cruzmaltino e' o caso da gente lembrar de um certo comercial famoso por Belem, na qual se dizia "tu nao e' daqui!"