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Declarações apaixonadas, so se for para a Tuna! by Harold Lisboa

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Trailer de "Inimigo Público n.º 1 - Instinto de Morte"

Brasil12x0 Romenia. Falcão faz mais um Golaço

Cristiano Ronaldo treina seus chutes

Cristiano Ronaldo mais do que nunca vem treinando suas patadas para a temporada na Espanha. Como bom atacante sabe que quanto mais forte for os ponta-pes ,melhores chances tera de furar as metas.

Dançando com os dedos, Thriller de Michael Jackson

JLEAGUE 2009, GOLS DA RODADA DE SABADO

Como deixar um goleiro louco...

Cristiano Ronaldo defende valor da sua transferência

Cristiano Ronaldo defende valor da sua transferência
O craque português deu a sua primeira entrevista, enquanto jogador do Real Madrid, à Marca. Cristiano admitiu valer o preço que pagaram e prometeu que vai provar que foi uma boa aposta.

Video:Oscar Roberto Godói xinga Felipe, goleiro do Corinthians, de f.d.p. ao vivo na Band. ...

5.7.09

Fim de Jejum.ufa..ufa

Paulo Cesar " Petrobra" fez aos 44, o gol salvador do Santos Na Vila Belmiro, o time praiano nao ganhava ha 4 jogos(dois empates e duas derrotas) com essa vitoria chega em sexto lugar no Br 2009. O Sport vive uma eterna ressaca pos- libertadores e mesmo com a chegada do leao, acho que o time dificilmente ira ter grandes voos. O Leao pra mim ja era... e pode arrastar ainda mais o leao da Ilha para o inferno. Mancine vai sobrevivendo... ate quando?

Para que serve a concentração?

Para que serve a concentração?

de Sócrates(em sua coluna Pênalti na Carta Capital)
Quando definitivamente entrei em contato com o mundo do futebol, egresso que sou de uma família de classe média voltada para a educação de seus filhos e filhas, assustou-me conhecer alguns de seus dogmas mais profundos. Um deles (explicitado em frases como: “Quem não bebe não joga”) estimulava a contracultura esportiva e só por isso poderíamos entender que havia ali, no inconsciente coletivo, um quê de insatisfação ou uma revolta latente que, percebi, possuía como alvo algumas das mais tradicionais normas presentes de há muito neste meio. E uma em especial – a arcaica e desagradável “concentração” – provocava famigerados calafrios os quais, imaginei, poderiam levar a uma insurreição social desde que esta comunidade se organizasse adequadamente. Pelo menos, foi isso que senti naqueles primeiros anos, pois me parecia inacreditável que em tempos tão “modernos” ainda se utilizasse tamanha aberração.
No início, o isolamento compulsório, às vezes, ultrapassava 48 horas para cada jogo. Como fazíamos duas partidas por semana tínhamos menos tempo livre que os condenados em regime aberto. O pior é que ficávamos em uma casa apertada, cheia de beliches, literalmente uns em cima dos outros. De cara, portanto, passei a questionar aquela prática. Não podia entender como as razões de sua existência podiam ser tão frágeis. “Para que vocês não façam besteiras.” Até parece! Como se todos nós fôssemos crianças descobrindo o que nos rodeia com uma incontrolável tentação para tocar, sentir e talvez quebrar algum valioso objeto ou joia de família.
  • Em vez de nos educar, esses pseudopais estavam tentados a nos tolher a necessidade da descoberta e obviamente do aprendizado da vida em sociedade. Éramos tratados como incapazes de saber o que é certo ou errado por culpa de sérias deficiências comportamentais. E o pior é que dentre essas “besteiras” incluía-se o sexo. Ora, façam-me o favor, desde quando o ato sexual atrapalha o que quer que seja? Só se for na cabeça deles. Com o tempo, consegui encurtar o absurdo a 24 horas, no máximo, mas ainda era muito. Como estava na faculdade, passei a me escalar nos plantões de sábado e assim não perdia o meu tempo.
A pior coisa do mundo é a ociosidade. E isto é o que não falta num ambiente desses. Quando chegava do hospital invariavelmente fazia um teste. Separava as páginas esportivas do meu jornal de todo o resto. A cobertura política, econômica, de variedades, de literatura e todas as outras nunca eram tocadas. Nunca mesmo. Ainda bem, pois assim podia usufruir o que me interessava com tranquilidade. Também descobri que o que provoca o desatino de beber em demasia e da busca incessante por mulheres é exatamente esta prisão. Imediatamente após a libertação, se quer fazer tudo o que não pôde ser feito. E isso em poucas horas. É o resgate do tempo inutilizado. É a compensação. É uma forma de reagir. É a insubordinação. Um dia eu haveria de mudar aquilo. Não poderia me conformar.
Chegando ao Corinthians, com a implantação da democracia corintiana, um dos assuntos que mais me interessavam era a dita-cuja. Puxa, mas a turma não queria mudar. Também, a concentração serve para proteger os mais frágeis da opinião pública. Demoramos seis meses para torná-la opcional. A partir daí, era uma maravilha. Ficávamos em casa, brincávamos e educávamos nossos filhos, jantávamos com nossas famílias, comíamos o que estávamos habituados com o tempero que gostávamos, dormíamos com nossas mulheres e fazíamos sexo – por que não? Tomávamos o café da manhã acompanhado do nosso jornal predileto, líamos um livro antes de ir para o hotel, chegávamos junto com a família e íamos todos no ônibus para o estádio. Corríamos como crianças. Tínhamos prazer em jogar e em divertir nosso público. Era um tesão. Tesão em viver e trabalhar com liberdade. O resultado, todos já conhecem.
Ainda que não tenhamos conseguido contaminar o meio, mostramos que é possível fazer com que o jogador de futebol se comporte como verdadeiro profissional. Esta semana, o tema voltou à baila. Ronaldo reclamou do tempo destinado ao confinamento e as práticas da democracia corintiana foram relembradas. Foi como se um sopro de liberdade tivesse nos tocado a face. Ainda é pouco, porém a esperança é como uma ave isolada. Mesmo triste e solitária, jamais deixa de sorrir quando a brisa lhe envolve as plumas arrepiando seu corpo depauperado, permitindo que volte a sonhar e a alçar voos para plagas distantes. O que os acomodados jamais tentarão, apequenados em suas convicções tacanhas.
Sócrates colocando a maldita concentração na marca que ela merece, a do Pênalti.

The World's Biggest Hamburger. O maior hamburguer do mundo feito no Japao

Foi feito na Cidade de Myazaki e pesa 136 kg..uauuuuuu . Adriano e Ronaldo nao pode passar nem perto.

Pantera estreia hoje no Colosso do Tapajós.

Depois de um mês de preparação, o São Raimundo fará hoje a sua estreia na inédita Série D do Campeonato Brasileiro, contra o Moto Clube-MA, às 17 horas, no Colosso do Tapajós. O time, que nesta semana perdeu o técnico Válter Lima, agora no Paysandu, e contratou Artur Oliveira, ex-Remo, provavelmente terá a base que levou a Pantera ao vice-campeonato estadual em 2009, mas Artur não confirmou os titulares. Já o Moto Clube, que terminou o Campeonato Maranhense em penúltimo lugar, recobrou as forças depois da vitória por 4 a 0 no amistoso contra o MAC e aposta que pode surpreender a Pantera em seus domínios. A partida também marca a despedida do meia Michel, já negociado com o Paysandu.

Apesar de o presidente do São Raimundo, Rosinaldo Vale, afirmar que Michel não seria liberado para nenhum clube paraense, o diretor de futebol da Pantera, Alberto Tolentino, confirmou a saída do meia. No treino de sexta, Michel falou em tom de despedida e agradeceu ao clube, à torcida e aos companheiros pelo sucesso obtido. Porém, para suprir a ausência do craque, volta o artilheiro. Hélcio foi liberado pelo departamento médico do clube e treinou com bola durante a semana. A tendência é de que o atacante seja aproveitado por Artur Oliveira no segundo tempo da partida. Outra boa notícia é a confirmação de Labilá no gol. O goleiro, que foi poupado das atividades por sentir dores nos dedos das mãos, não preocupa e voltará para o jogo.

O Moto Clube, por sua vez, jogará hoje recheado de reforços. Entre eles estão o lateral Felipe Paulista e os volantes Marquinhos e Sandro Alagoano, que vieram do futebol gaúcho. O atacante Rodrigão, recém-contratado, disputa vaga com Fábio Ricardo e tem grandes chances de começar jogando. Porém, a cautela do técnico Abel Ribeiro fica evidente no meio-campo, que terá 3 volantes e apenas um meia de criação.Portal ORM

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São Raimundo

Labilá; Erick, Filho, Preto Marabá, João Pedro (Maurian); Beto, Marabá, Luiz Carlos Trindade, Michel; Emerson Bala e Garrinchinha.

Técnico: Artur Oliveira.

Moto Clube

Flaubert; Felipe Paulista, Daniel, Lindemberg, Robson Dentinho; Cleiton, Marquinhos, Sandro Alagoano, Leomir; Diego Souza e Rodrigão (Fábio Ricardo). Técnico: Abel Ribeiro.

Horário: 17 horas / Local: Colosso do Tapajós - Santarém

Ecclestone elogia Hitler e diz que ditador "fazia as coisas acontecerem"

perdido, anda atirando para todos os lados

Ecclestone: perdido, anda atirando para todos os lados

PATRÃO DA F1 CRITICA DEMOCRACIA ELOGIA DITADORES

A ditadura é o sistema de governação preferido de Bernie Ecclestone. Isto não é novidade, são conhecidas as lições dadas pelos detentor dos direitos comerciais da F1 na matéria. Bem diferente é ler declarações do multimilionário inglês a elogiar e defender políticas de ditadores como Adolf Hitler ou Saddam Hussein.

Numa entrevista que promete muita polémica nos próximos dias, Ecclestone criticou ainda a democracia e os políticos atuais, valorizando lideranças "mais fortes".

"Pode parecer horrível dizer isto, mas Hitler mandava em muitos e conseguia que se fizessem as coisas. No fim perdeu-se e acabou por não ser um bom ditador, pois ou conhecia o que se estava a passar à sua volta e insistiu ou foi condescendente. Atualmente, os políticos se preocupam em demasia com as eleições", sublinhou antes de elogiar o iraquiano Saddam Hussein:

"Era o único que poderia controlar aquele país, assim como os talibãs. Nós [os ocidentais] invadimos países sem saber nada a respeito da sua cultura. Talvez os norte-americanos pensassem que a Bósnia era Miami. Há pessoas a morrer de fome em África e não se faz nada, mas, em compensação, há uma intromissão em assuntos nos quais não se deveriam envolver."

Como exemplo de uma governação com mão de ferro dentro da democracia, Ecclestone elogiou a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher:

"Margaret Thatcher tomava decisões e conseguia que as coisas fossem feitas. Agora, Gordon Brown e Tony Blair tentam agradar a todos ao mesmo tempo."

do Jornal Record

4.7.09

Gay Talese, o contador de histórias reais

Gay Talese, o contador de histórias reais, desembarca na Flip

Um dos fundadores do 'novo jornalismo' participa da 7ª edição da Festa Literária de Paraty neste sábado

Bruno Lupion, do estadao.com.br

Talese participará da mesa literária "Fama e Anonimato" com o brasileiro Mario Sergio Conti

NYT

Talese participará da mesa literária "Fama e Anonimato" com o brasileiro Mario Sergio Conti

  • SÃO PAULO - Um dos participantes mais aguardados da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa nesta quarta-feira, 24, é o jornalista e escritor americano Gay Talese, de 77 anos, um dos fundadores do estilo que mistura a narrativa de ficção com a reportagem, conhecido como "novo jornalismo".

  • Talese, repórter do The New York Times na década de 60, estará no litoral do Rio de Janeiro para a mesa literária "Fama e Anonimato", que é também o título de um dos seus livros mais vendidos, com textos sobre celebridades e desconhecidos de Nova York. Ele vai debater com o jornalista Mario Sergio Conti, diretor da Revista Piauí.

  • Em entrevista concedida por e-mail ao estadao.com.br, Talese afirma que lê ficção na maior parte do tempo e que, na sua juventude, admirava Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais conhecidos no exterior antes do fenômeno Paulo Coelho. Sobre o estilo que o notabilizou, diz que sempre desejou escrever histórias no formato da ficção, mas sem inventar nada. "Sou um contador de histórias, mas as histórias que eu conto são reais e envolvem pessoas de verdade", diz.

  • Questionado sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que acabou com a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, Talese crava que "as escolas não são necessariamente o melhor lugar para aprender jornalismo". Mas pondera que os bons estabelecimentos ensinam "princípios ignorados com frequência" na profissão, como equidade, precisão e objetividade.

  • Ele revela que nunca usou telefone nem gravadores de fita, inventos considerados modernos na sua época, pois fazia questão de falar "olho no olho" com o entrevistado. E parece que também não se rendeu ao computador. As respostas abaixo foram datilografadas na IBM elétrica que o escritor usa há 35 anos, escaneadas e enviadas por e-mail ao repórter.

Qual é a sua relação com a literatura brasileira?

  • Eu cresci na década de 60 e conhecia bem o grande romancista Jorge Amado. Nessa época, muitos escritores de outros continentes eram lidos pelos americanos de minha geração. O italiano Alberto Moravia fazia grande sucesso, e eu o li. Também li Jorge Amado e outros autores latino-americanos, como [Gabriel] García Márquez, [Carlos] Fuentes, Octavio Paz e [Jorge Luis] Borges, para citar alguns. Cheguei a entrevistar Borges em Nova York e me encontrei duas vezes com García Márquez, em Havana em 1981 e em Roma em 1986 ou 87.

  • Nomes do Brasil conhecidos atualmente por americanos mais jovens são o multi-talentoso Caetano Veloso, o escritor Chico Buarque e o muito, muito popular Paulo Coelho.

Você gosta de ficção?

  • Sim, é o que eu mais leio. Quando eu era jovem, nas décadas de 50 e 60, os escritores de não-ficção e os jornalistas não se dedicavam muito ao estilo da escrita. Eles eram atraídos pela história de pessoas conhecidas, se empenhavam em retratar figuras públicas, principalmente estrelas do cinema, políticos e atletas famosos. Mas eu não tinha muito interesse nesse tipo de trabalho.

  • Eu queria ler autores que explorassem a natureza extraordinária que há nos corações e almas das ditas pessoas comuns. Romancistas, contistas e dramaturgos eram os que escreviam sobre essas pessoas e exploravam a intimidade da condição humana, e eu os lia avidamente e quase que exclusivamente.

  • Mas eu tinha o desejo de usar as técnicas de ficção para escrever sobre pessoas comuns, o que significava uma ruptura com a maioria dos escritores de não-ficção contemporâneos. Eu queria escrever sobre a vida privada, mas de uma forma verdadeira, factual, sem falsificar eventos. Sem nomes falsos. Sem exagerar o conteúdo. Eu queria escrever histórias no formato de ficção, mas fazia questão de usar os nomes reais das pessoas sobre as quais eu estava escrevendo. E foi isso o que eu fiz por toda a minha vida.

  • Tenho sido um contador de histórias, mas as histórias que eu conto envolvem pessoas reais. Nada é inventado. É verdadeiro, não imaginado e não fabricado. É real e verificável.

Quais são seus autores favoritos?

  • Quando eu era jovem, Francis Scott Fitzgerald. Entre os escritores de ficção atuais, Philip Roth.

O jornalismo ainda é uma ferramenta para combater injustiças e abuso de poder?

  • Sim, acredito que seja. Mas isso depende da exatidão e da confiabilidade do jornalismo. O bom jornalismo que eu admirava era, em primeiro lugar, preciso. Em segundo, tinha um enfoque global, o jornalista sabia que havia muitos lados para todas as histórias e isso o fazia olhar de uma forma completa e variada. No meu trabalho, tanto as histórias longas como as curtas têm muitas personagens, e cada uma oferece um enfoque diferente. Você recebe muitos lados para uma questão, muitas versões para os fatos.

  • Alguns de meus críticos alegam que eu não tenho opinião, mas isso não é verdade. O que ocorre é que eu vejo muitos lados de uma vez. Já me disseram que essa é uma característica dos italianos, pois meu sangue é italiano. Desde os romanos os italianos receberam muitas influências. Algumas delas foram conquistadas pelos romanos e outras conquistaram os romanos e todos aqueles que os sucederam na Itália.

Onde o jornalismo está fazendo um bom trabalho hoje?

  • Enquanto eu respondo a esta entrevista, há protestos no Irã por causa da última eleição e o jornalismo está fazendo um bom trabalho, em um lugar difícil e com poucas ferramentas seguras. Lá a democracia está sufocada e há poucos jornalistas confiáveis para reportar com precisão o que estão testemunhando.
  • As notícias de bloggers ou qualquer um com uma câmera de telefone celular não são necessariamente confiáveis, e pode ser que pessoas que dizem ser jornalistas não sejam jornalistas no sentido que eu considero.

  • A imprensa americana em 2003 não fez um bom trabalho para revelar as mentiras da administração Bush em relação às denúncias de armas de destruição em massa que o governo divulgava para justificar a invasão do Iraque. Os resultados da invasão militar americana foram horríveis, e eu acho que o bom jornalismo poderia ter evitado isso se tivesse sido forte o suficiente em Washington para desafiar as afirmações da administração Bush. Os jornalistas americanos foram enganados pelos políticos de Washington e os correspondentes no Iraque tiveram que confiar demais em porta-vozes militares.

O Supremo Tribunal Federal acaba de decidir que não é necessário ter um diploma de Jornalismo para trabalhar como jornalista. É importante para quem deseja ser jornalista fazer uma graduação em Jornalismo? Isso deve ser uma imposição legal?

  • Eu não acho que escolas de jornalismo sejam necessariamente o melhor lugar para aprender jornalismo. Mas, por outro lado, boas escolas de jornalismo ensinam princípios que costumam ser ignorados com frequência. Como, por exemplo, equidade, precisão, objetividade e completude. E como pesquisar profundamente um assunto.

  • Uma diferença entre os jovens jornalistas de hoje e os colegas de minha geração é que nós fazíamos mais pesquisa, investíamos mais tempo, andávamos mais e não confiávamos muito no telefone. E, não se esqueça, o telefone era a tecnologia do momento quando eu era jovem, seguido mais tarde pelo gravador de fita. Eu nunca uso gravadores de fita. E não fazia entrevistas pelo telefone, pois queria ver, olho no olho, a pessoa com quem eu estava conversando. Eu queria estudar sua linguagem corporal e absorver a atmosfera do lugar onde a entrevista ocorria.

Regular a mídia é necessário ou ameaçador? Como isso afeta a qualidade da informação?

  • Regular a mídia é ameaçador, porque governos em geral têm muito poder e jornalistas são outsiders que dependem de fontes para se tornar insiders, o que significa, em outras palavras, saber o que está ocorrendo. Os jornalistas acabam adulando as fontes e as protegem, com o objetivo de conseguir as informações de dentro do governo.

O que o senhor acha de jornalistas trabalharem como assessores de imprensa?

  • A partir do momento que um jornalista se torna um conselheiro de mídia, ele não á mais um jornalista. Ele é um assessor de imprensa. E, como tal, é um empregado de quem paga seu salário e perdeu seu papel de comunicador objetivo de notícias e eventos.

Valtinho chega mudando tudo

  • Não é só o estádio Leônidas Castro, a Curuzu, que está passando por mudanças. A “reforma” agora está nos métodos de trabalho no elenco profissional. Ao contrário do ex-técnico Edson Gaúcho, que dizia que coletivo “só ônibus”, o novo comandante do Papão, Válter Lima, voltou com os “velhos” treinos preparatórios para a partida do próximo
  • domingo, às 16h, contra o Águia de Marabá. E houve surpresas, além de jogador indo para o time reserva.
  • Válter Lima não fugiu ao seu estilo. Chamou a onzena titular para uma conversa que durou cerca de 20 minutos no centro do gramado. O atacante Zé Carlos e o goleiro Rafael Córdova eram os que mais gesticulavam com o comandante bicolor. Talvez o “bate-papo” tinha como objetivo fortalecer a união do já considerado “novo Paysandu”. A nova máxima é: o que passou, passou. do Diario online

O estado financeiro dos clubes da Premier League

O jornal Guardian revelou recentemente que as 20 equipas da Premier League têm no total dívidas no valor de mais de 3.500 milhões de Euros. Esta valor foi apurado através os Relatórios e Contas dos clubes do ano de 2008, no entanto podemos descobrir mais pormenores interessantes, nomeadamente a existência de capital não Britânico em 10 das 20 equipas da Liga Inglesa, onde 7 das empresas detentoras da maioria do capital dos clubes estão registadas em paraísos fiscais.

Aqui fica então a compilação do estado financeiro dos clubes da Premier League, através dos valores apresentados nos seus relatórios e contas de 2008. Os valores referem-se à receita anual, massa salarial anual, dívida total em Outubro de 2008 e juros anuais suportados em função dos empréstimos obtidos pelos clubes.
  • * Arsenal - Receitas Totais: 256,3 M€; Salários: 116,8 M€; Dívida Total: 479,8 M€; Juros Anuais: 29,9 M€ - Proprietários: os accionistas da Arsenal Holdings PLC são: Danny Fiszman 16%; Lady Nina Bracewell-Smith 15.9%; Kroenke Sports Enterprises UK (USA - Stan Kroenke) 28.3%; Red and White Holdings ( Rússia - Alisher Usmanov e Farhad Moshiri) 25%
  • * Aston Villa - Receitas Totais: 87,1 M€; Salários: 58,1 M€; Dívida Total: 84,1 M€; Juros Anuais: 6,6M€ - Proprietários: Reform Acquisitions LLC, companhia Americana de Randy Lerner 100%.
  • * Blackburn Rovers - Receitas Totais: 65,0 M€; Salários: 45,7 M€; Dívida Total: 19,6 M€; Juros Anuais: 1,7 M€ - Proprietários: The Trustees of the Jack Walker 1987 Settlement 100%, registado em Jersey, um paraíso fiscal.
  • * Bolton Wanderers - Receitas Totais: 68,2 M€; Salários: 45,0 M€; Dívida Total: 60,0 M€; Juros Anuais: 3,4 M€ - Proprietários: Edwin Davies através da Fidraw Private Trust 100%, registada na ilha de Man, um paraíso fiscal.
  • * Chelsea - Receitas Totais: 246,6 M€; Salários: 172,0 M€; Dívida Total: 809,0 M€; Juros Anuais 0,0 M€ - Proprietários: Roman Abramovich 100%, o credor das dívidas é o dono do clube.
  • * Everton - Receitas Totais: 87,6 M€; Salários: 51,3 M€; Dívida Total: 44,9 M€; Juros Anuais 4,4 M€ - Proprietários: os accionistas da Everton Football Club Company Limited são: Bill Kenwright 25%; Jon Woods 19%; Robert Earl (USA) 23%.
  • * Fulham - Receitas Totais: 61,9 M€; Salários: 45,3 M€; Dívida Total: 227,1 M€; Juros Anuais 2,0 M€ - Proprietários: Mohamed Al Fayed através da Mafco Holdings Limite 100%, empresa registada nas Bermudas, um paraíso fiscal. O dono do clube é credor de 200M€ da dívida total.
  • * Hull City - Receitas Totais: 10,3 M€; Salários: 7,9 M€; Dívida Total: 1,1 M€; Juros Anuais 0,05 M€ - Proprietários: Isis Nominees 100%, companhia registada em Jersey, um paraíso fiscal. Nota: Valores respeitantes ao Relatório e Contas de 2007(clube actuou no Championship)
  • * Liverpool - Receitas Totais: 183,3 M€; Salários: — M€; Dívida Total: 322,9 M€; Juros Anuais 24,2 M€ - Proprietários: Kop Investment LLC empresa detida pelos Americanos Tom Hicks 50% e George Gillet 50%, companhia registada nas ilhas Caimão, um paraíso fiscal.
  • * Manchester City - Receitas Totais: 94,9 M€; Salários: 62,5 M€; Dívida Total: 169,5 M€; Juros Anuais 12,3 M€ - Proprietários: detido em 90% por Sheikh Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real de Abu Dhabi dos EAU.
  • * Manchester United - Receitas Totais: 295,7 M€; Salários: 139,7 M€; Dívida Total: 806,7 M€; Juros Anuais 79,6 M€ - Proprietários: Malcolm Glazer e família, através da Red Football Limited e Red Football General Partner Inc. Ambas registadas no estado de Nevada nos USA, estado Americano com taxas fiscais mais baixas.
  • * Middlesbrough - Receitas Totais: 55,3 M€; Salários: 40,1 M€; Dívida Total: 107,3 M€; Juros Anuais 8,3 M€ - Proprietários: Steve Gibson através da empresa Gibson O´Neill 75%
  • * Newcastle United - Receitas Totais: 116,3 M€; Salários: 86,0 M€; Dívida Total: 122,5 M€; Juros Anuais 7,6 M€ - Proprietários: Mike Ashley através da empresa St. James Holdings Limited 100%, o dono do clube é credor de 115,3 M€ da dívida total.
  • * Portsmouth - Receitas Totais: 81,3 M€; Salários: 63,1 M€; Dívida Total: 66,5 M€; Juros Anuais 7,6 M€ - Proprietários: Alexandre Gaydamak através da Miland Development (2004) Limited 100%, empresa com sede nas ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal.
  • * Stoke City - Receitas Totais: 12,9 M€; Salários: 12,9 M€; Dívida Total: 2,6 M€; Juros Anuais 0,05 M€ - Proprietários: Peter Coates através do grupo bet365 100%, empresa de apostas online. Nota: Valores respeitantes ao Relatório e Contas de 2008(clube actuou no Championship)
  • * Sunderland - Receitas Totais: 73,4 M€; Salários: 42,8 M€; Dívida Total: 79,8 M€; Juros Anuais 4,5 M€ - Proprietários: já anunciada aquisição do Americano Ellis Short 100%.
  • * Tottenham Hotspur - Receitas Totais: 132,5 M€; Salários: 61,1 M€; Dívida Total: 75,0 M€; Juros Anuais 4,5 M€ - Proprietários: 82% através da empresa Enic International Limited onde 29,4% detidos por Daniel Levy e 11,3 por Joe Lewis, empresa registada nas Bahamas, um paraíso fiscal.
  • * West Bromwich Albion - Receitas Totais: 31,4 M€; Salários: 25,1 M€; Dívida Total: 10,2 M€; Juros Anuais 1,0 M€ - Proprietários: Jeremy Peace 51%. Nota: Valores respeitantes ao Relatório e Contas de 2008(clube actuou no Championship)
  • * West Ham United - Receitas Totais: 65,7 M€; Salários: 51,0 M€; Dívida Total: 41,5 M€; Juros Anuais 2,3 M€ - Proprietários: empresas Hansa ehf e Olafsfell ehf detidas pelo Islandês Bjorgulful Gudmundsson 100%.
  • * Wigan Athletic - Receitas Totais: 49,6 M€; Salários: 44,3 M€; Dívida Total: 76,6 M€; Juros Anuais 1,9 M€ - Proprietários: Dave Whelan através da empresa Whelco Holdings 100%.
Do Futebol Finance

3.7.09

Leão Ferido

SANCHES FILHO - Agencia Estado

Leão retorna à Vila após os problemas

Arquivo/AE

Leão retorna à Vila após os problemas

SANTOS - Emerson Leão estará de volta à Vila Belmiro no sábado à noite (18h30), 13 meses depois de ter saído pela última vez do Santos. Em vez de lembrar-se do seu trabalho em 2002, quando formou a geração de Robinho e Diego, conquistou o Campeonato Brasileiro e foi vice da Libertadores, suas recordações não são boas.DOEstadao Ele se lembra dos seus últimos dias no comando do time, no ano passado, quando teve o trabalho sabotado por pessoas de dentro do futebol, da queima de fogos e do apedrejamento do seu carro, enquanto dava a última coletiva na sala de entrevistas do Centro de Treinamento Rei Pelé. "Para mim, o Santos acabou", disse Leão, nesta quinta-feira. "Voltar aí [em Santos] não me traz nenhum sentimento especial. Vou apenas para trabalhar, num momento de dor", acrescentou. Treinador comanda o Sport Recife na partida deste sábado pelo Campeonato Brasileiro, às 18h30

De novo!!!!!!

No Rio de Janeiro desde a última segunda-feira, o presidente do Paysandu, Luis Omar, espera ouvir, talvez o “sim” mais aguardado de toda sua vida. Digamos, um sim “Animal”. É isso mesmo, o mandatário do Papão da Curuzu está na Cidade Maravilhosa com a missão de convencer o ex-jogador Edmundo a voltar para os gramados e disputar a fase decisiva do Campeonato Brasileiro da Série C vestindo a camisa bicolor. Edmundo ta 38 anos e uma das coisas que pesa para sua vinda e' uma coisa simples, a Praia e' longe! agora isso tudo ja esta parecendo um certo desespero do comandante da turma dos pijamas.