25 fevereiro 2010

Gols de Remo 2x1 São Mateus-ES & Paysandu 3x1 Potyguar-RN/ Copa do Brasil 2010

Resenhas dos Jogos

Remo 3x1 São Mateus-ES

  A “heresia” aconteceu de novo. Primeiro, o Clube do Remo venceu o São Raimundo pelo Campeonato Paraense. Dessa vez, o Santo foi o Mateus, pela Copa do Brasil. Na noite de ontem o Leão, por pouco, não eliminou o jogo de volta da competição nacional. O resultado de 2 a 1 frente ao São Mateus, no estádio Conillon, em Jaguaré, no Espírito Santo, foi pouco. O próximo jogo entre as equipes acontece no dia 10 do mês de março, no estádio Baenão, em Belém.

O gramado não era ruim e a iluminação não atrapalhava. Apenas alguns ingredientes para um bom jogo. No campo das estratégias, o técnico Sinomar Naves não inventou: deixou Samir no banco e promoveu a volta de Raul para a zaga azulina.

Pelo lado do São Mateus, o treinador da equipe, o ex-corinthiano Célio Silva, queria atrapalhar o adversário com inversões de numeração dos seus atletas. E a bola nem demorou a balançar as redes. Pego no susto, logo no início de partida, depois de uma falha da defesa, Sinomar viu Marcelo abrir o marcador.

Só que no Espírito Santo ninguém sabia que o Leão está se transformando no time da virada. Sem perder o compasso, os paraenses foram para cima. Três minutos depois, falta: Vélber e Gian se apresentaram. Mas, Fabrício Carvalho chutou e deixou tudo igual. A partida começou a ser muito boa para os azulinos, que jogavam com primazia e deixavam os capixabas na “roda”.

Sendo assim, depois de jogada ensaiada, ele, o interplanetário atacante Marciano, oportunista como é, aproveitou e fez o vira-vira: 2 a 1 Clube do Remo. No segundo tempo, mais domínio do Filho da Glória e do Triunfo.

Faltava só o terceiro. Coisas que só se vê pela Copa do Brasil: os torcedores “infernizavam” a vida do assistente Wendel de Paiva Gouveia, o policiamento foi chamado pelo árbitro Wagner Rosa e o jogo foi interrompido. Mas nada que impedisse que Samir chutasse forte na trave após o reinício do embate. O partida acabou mesmo assim: vitória azulina, para a alegria do Fenômeno Azul. (colado do Diário do Pará)

Paysandu 3x1 Potyguar-RN
Era o jogo de número oito do Paysandu sob o comando de Luiz Carlos Barbieri. Há quem diga, na simbologia, que o oito anuncia o advento de algo novo e foi exatamente isso que o time alviceleste conseguiu mostrar para o público que compareceu ontem no Estádio Leônidas Castro.

A sequência de empates e poucos gols foi substituída por um placar de 3 a 1 contra o Potyguar de Currais Novos (RN), que veio enfrentar o time bicolor pelo jogo de volta da Copa do Brasil. É claro que o time do Paysandu ainda tem muito o que melhorar, os erros de passe ainda atormentam os nervos do “professor” Barbieri.

As falhas do Bicolor fizeram com que o time perdesse chances claras de gol. Mas a história da partida só começou a se desenhar aos 31 minutos do primeiro tempo, quando Moisés, pela esquerda, não desperdiçou a oportunidade, driblando a zaga adversária e marcando o primeiro gol bicolor pela Copa do Brasil.

Entretanto, o torcedor já sabe, nada para o Paysandu é fácil, e antes que o primeiro tempo terminasse, Roquete empatou para o Potyguar. Sob a tensão do fantasma dos empates, que tanto assombrou os alvicelestes nos últimos jogos, eles voltaram para a etapa final dispostos a fazer valer o significado do número 8 na simbologia e foram buscar o novo que se anunciava.

Foi assim que Brida, numa falha do goleiro Jader, fez um gol olímpico que desencantou de vez aquele jejum de resultados magros. Tanto que, um minuto depois, Didi aproveitou um cruzamento de Moisés e fechou o placar para o Papão, 3 a 1.

Resultado que alivia o clima tenso que tanto perturbou os bicolores nas últimas partidas e credencia o time para a próxima fase da competição, quando deve enfrentar o Palmeiras (SP), que hoje recebe o Flamengo (PI) no Palestra Itália. (colado do Diário do Pará)

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