14 maio 2010

Marmelada na coletiva



A seu modo, Luiz Omar refutou qualquer possibilidade de marmelada na semifinal do segundo turno, acusação da torcida. Falou alto, suou, se exasperou quando comentou a cobrança de premiações por parte do elenco. Para arrematar, afirmou que os jogadores que estiveram em campo no sábado passado, contra o Remo, não tiveram "vergonha na cara" por não desclassificar um time que, segundo ele, tem um elenco inferior.
Até uma excursão de 30 dias pelo Oriente Médio o presidente afirmou que estava certa. Segundo ele, Paysandu viajaria entre os dias 1º de junho a 1º de julho para a Ásia e faria quatro amistosos.

A perda do returno deixou em xeque o pagamento pela conquista do primeiro, já que o presidente se contradisse. "Se não tiver dinheiro, não vou pagar", disse, para, em seguida, contemporizar: "Eu vou pagar a premiação porque sou um homem de palavra". Se perder um turno já criou todo esse rebuliço, a pressão em cima dos jogadores para conquistar o Campeonato Paraense chegou a um nível estratosférico.

Sobrou até para a empresa que mantém o site oficial do clube, que colocou no ar, na segunda-feira, um texto, no mínimo, de mau gosto sobre o maior rival. "Minha providência foi conversar com o responsável pelo site. Acho que tomado pela emoção ele escreveu aquilo. Acho que ele não deveria ter escrito aquilo porque é o site oficial do clube. Deveria ter usado outras palavras", disse.no portal ORM.com.br

 presidente vive sempre a deriva em qualquer clube de futebol, mas esse da turma da Curuzu,ganhou em todos os quesitos. 
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