11 dezembro 2009

A Arena dos sonhos

Acabou o mistério: a incorporadora paulista AGRA e a construtora Leal Moreira são o consórcio que formalizou junto ao Remo uma proposta de aquisição do Baenão e o projeto de um novo estádio – a “Arena do Leão”, que pode servir de “moeda de troca”. O projeto foi apresentado oficialmente na noite de ontem à diretoria do clube e a integrantes do Conselho Deliberativo (Condel) azulino, que apreciará a oferta e dará em outro encontro a resposta final.

Coube ao arquiteto Herlon Oliveira apresentar o projeto arquitetônico do estádio, que, se aprovado pelo Condel, deverá ter estacionamento para 700 veículos, duas mil cadeiras, 150 lugares de camarote, 22,4 mil assentos de arquibancada, totalizando 24.550 lugares para o público.

O terreno que deverá abrigar a Arena do Leão deve ter 200 x 480 metros quadrados, mas ainda não tem local definido, apesar do grupo analisar quatro lugares para abrigar o empreendimento, segundo informa Hilbert Nascimento, que representou o consórcio interessado na transação. “Serão três campos, sendo o principal, mais dois de treinamentos. Todos medindo 68 por 105 metros quadrados, dentro dos padrões da Fifa”, informa.

A Arena Leão deve ter ainda restaurante panorâmico, pista de cooper, bosque, a estátua de um leão em pedestal, sala de troféus, academia, espaço para divisão de base, além de dois placares eletrônicos e entrada separada de torcidas, entre outras benfeitorias.





VANTAGENS

De acordo com Nascimento, a aquisição do estádio e a construção da Arena do Leão envolve a cifra de R$ 33,2 milhões. “Serão 14 milhões (de reais) destinados somente à compra do terreno, sendo que, se comprarmos um terreno de 3 milhões, o restante que sobrar será todo do Remo”, exemplifica, informando ainda que o valor destinado à compra da área está muito além do que um terreno com essas dimensões custa.

Pela proposta do consórcio, há também a oferta de um patrocínio por dois anos do clube, com valor estimado de R$ 1,2 milhão. De acordo com o representante, o que será construído no lugar do Baenão ainda está sendo estudado pelas empresas.

O presidente do Condel do Leão, Felício Pontes, ressaltou que o clube ainda não fechou nada com o grupo interessado, apesar de considerar a proposta ousada. “Vamos avaliar convenientemente, todos têm o direito de se manifestar”, conclamou. Alguns beneméritos consideraram a proposta ousada.

Amaro Klautau ressaltou que as exigências do clube quanto ao lugar em que poderá ser construído o estádio, como a avenida Augusto Montenegro, Arthur Bernardes ou outra área no Tapanã, subúrbio de Belém. (Diário do Pará)

Qualquer clube precisa de um projeto grandioso igualzinho a esse, agora para que todos os adeptos e dirigentes caminhem juntos com a ideia, e' preciso que haja transparencia, em todos os sentidos.e nesse projeto da turma da Antonio Baena ha uma infinidades de perguntas, sem nenhuma resposta
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