04 maio 2011

A verdade em torno da saída de Flavio Goiano da Tuna


Por Marcos Moraes no bom  Didascália


O treinador Flávio Goiano, que recentemente deixou a Tuna Luso Brasileira, retornou de seu estado natal, Goiás, e ontem conversou com o escriba. Flávio em toda a conversa mostrou ética e respeito pela dretoria e principalmente pela Tuna Luso Brasileira. o Blog fez um rápido bate-papo com o "Coach", que não se esquivou das perguntas e confirmou o que já haviamos publicado semana passada.
Didascalia- Flávio, o que gerou, realmente, sua saida da Tuna?
Flávio-  Olha, meu amigo, foram vários fatores. Mas o principal foi uma reunião acontecida depois da derrota para o Paysandu. O presidente Bastos me chamou e disse que estava sendo pressionado para me tirar, pois ele mesmo não entendia a derrota para o Paysandu.

Didascalia- E daí, o que você falou? 
Flávio- Disse que meu cargo estava à dsposição, mas achava que estava fazendo um bom trabalho, mesmo porque nossa equipe era simples, a mais barata dentre todas as que disputam o Paraense, não fizemos nenhuma contratação, ao contrário, depois da classificação perdemos vários jogadores e só havíamos perdido somente duas partidas.

Didascalia- O que o presidente falou? 
Flávio- Ele disse que já estava contatanto com o Samuel Cândido e com o Mariozinho, porque as cobranças em cima dele estavam deixando a situação insustentável.

Didascalia- E o que ficou decidido?
Flávio- Dirigi o time frente ao São Raimundo, avisei ao grupo da situação e deu no que deu: uma derrota que realmente deixou a situação insustentável.

Didascalia- Como estava a situação salarial na Tuna?
Flávio- Olha, realmente os salários estão atrasados. Segurei o que eu pude. Mas você sabe, os atletas precisam receber, porque todos têm família. Mas eu conseguia segurar o grupo, graças a Deus. Os jogadores têm muito respeito e consideração à minha pessoa.

Didascalia- E a historia dele contratar o Samuel ou  Mariozinho?
Flávio- Eu disse para ele: Presidente, qualquer treinador que vier para cá vai querer receber. E o grupo que rreceber também. Então eu tenho certeza que a recusa do Mariozinho e do Samuel foi porque eles sabem que o dinheiro na Tuna está escasso. A história é essa eles so trabalham se tiver dinheiro e estão certos, pois são profissionais.
Didascália- Houve alguma desconfiança na sua relação com a diretoria?
Flávio- Infelizmente houve. O Presidente Bastos e sua diretoria chegaram a duvidar de minha dgnidade, achando que o grupo sob meu comando havia amolecido o jogo perante o Paysandu. Achei uma tremanda falta de respeito, como tambem me chateei com alguns dirigentes que achavam que eu estava na Tuna para fazer negócios. Ao contrário, me dediquei demais ao Clube, porque tenho respeito e gosto muito da Tuna e nunca fiz negócios lá.

Didascália- E a transferência do Whélton para o Atletico Goianiense?
Flávio- Foi um negócio que intereferí  em favor da diretoria e do jogador. Nesse negócio, entrou 30 mil reais para a Tuna, pagos direto à diretoria do Clube.

Didascália- Uma boa grana, não? E ele pagou algum saário com esse dinheiro?
Flávio- Não sei. É uma boa pergunta para ser feita ao Presidente.

Didascália- Muito obrigado Flávio. Gosto muito da sua pessoa. Para mim você foi um grande jogador e e um excelente profissional cmo treinador.
Flávio Goiano- A recíproca é verdadeira. Lhe admiro e torço pelo sucesso da Tuna e por tunantes como você e muitos que a gente vê que gostam e trabalham realmente  pelo clube, como o Von, 0 João, o Ismar e outros. Muito Obrigado.
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