22 outubro 2013

Tuna perde a segunda seguida para o Remo

Dois jogos,duas peias e nenhum mísero gol.esse foi o resultado dos dois amistosos da Tuna contra o Remo. No primeiro na casa deles, a chuva atrapalhou os nossos chutadores e jogo de volta deve ter sido o forte sol. 1-0 no Baenão e 2-0 no Chico Vasques. Dizem por ai,que enquanto há vida, há esperança. O time de Lecheva tem uma cópia perfeita do de Cacaio, falta- nos um matador,alguém que tenha futuro e que queira ir além da BR,do Val de Cans. Nao nos sobra alternativa,teremos que acreditar no que temos. Mas uma coisa me intriga ,será que a Tuna nao consegue descobrir jovens valores ,com fome de bola, e que nos possa proporcionar sonhos maiores.
Tuna: André Luis; Gleysinho, San, Cristovão (Ruan) e Gabriel; Dudu (Kalindi), Taison, Rondinelli (Ramon) e Pedrinho Mossoró (Netinho); Adriano Miranda (Andreu) e Diego Silva (Yuri). Técnico: Lecheva
Muitos desses chutadores acima, estao no Souza para passar uma chuva, quando chegar a temporada 2014 irão debandar,alguns vieram buscar uma vitrine em cima do nome Tuna. Seus compromissos com a Tuna sao do tamanho de suas ambições. Que este tunante esteja enganado,mas..
O charme acabou? Deu no Portal DOL
Tuna e Remo se enfrentando no estádio Francisco Vasques é um jogo que tem gosto de clássico. Clássico das antigas, dos tempos de fotografia em preto e branco e de quando a praça de esportes cruzmaltina era um dos maiores e mais modernos estádios do Pará e as duas agremiações decidiam competições constantemente. Voltar ao Souza para ver um duelo entre as equipes remonta a outros tempos, como na década de 50 em que os rivais se enfrentavam nas finais com uma frequência elogiável. E 1958 todos os clássicos daquela temporada foram disputados no estádio do Souza e a final se deu numa melhor de cinco, decidida no quarto jogo. “O time daquela temporada foi realmente um dos melhores da história da Tuna. Fomos campeões com o artilheiro e vice da competição, China com 15 gols e Estanislau com 14”, lembra o senhor Raimundo Quaresma, 80 anos e torcedor tunante desde criança. Quaresma afirma que sente saudades dos tempos em que o clássico mobilizava mais a cidade. “Tuna e Remo deixavam torcedores do lado de fora do estádio. Não me lembro de um clássico vazio entre os dois times. Ficaria feliz de ver o Souza lotado outra vez neste domingo” diz o torcedor. Mas se jogar em casa traz vantagens de conhecer o terreno, o torcedor cruzmaltino diz que isso não entrava tanto em campo. “Em clássicos tudo acontecia. Em 53, eles nos venceram em casa, na estreia da competição. Acabaram campeões aquele ano. Eram jogos difíceis, fosse onde fosse”, diz Quaresma. (Diário do Pará)
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