26 fevereiro 2011

O técnico Flávio Goiano deu sinais na Vila Olímpica de que poderá entrar jogando com até três jogadores de ataque

Do O Liberal


ESQUEMA NOVO

Flávio Goiano já cogita em escalar a Lusa com três atacantes

Precisando vencer a qualquer custo para se manter na disputa do primeiro turno do Paraense, a chamada Taça Cidade de Belém, a Tuna Luso poderá ter um sistema de jogo ousado no domingo, em Cametá, frente ao time homônimo. O técnico Flávio Goiano deu sinais na Vila Olímpica de que poderá entrar jogando com até três jogadores de ataque, com um deles sendo encarregado de auxiliar o meio-campo, quando necessário. Seria o 4-3-3, com a trinca de ataque formada por Adriano Miranda, Fabinho e Felipe Mamão. O primeiro por ter características de armador-avançado seria o responsável para recuar, quando houver necessidade para auxiliar o outro meia do time. A definição da formação da Lusa, porém, só será confirmada por Goiano após o apronto de hoje no Souza.

Caso venha a manter o sistema tradicional - 4-4-2 - o treinador sacaria Adriano Miranda para efetivar Pitbull. Para a partida no "Parque do Bacurau", Goiano deverá lançar mão de Alan, que substituirá Hugo Deleon, punido com o terceiro cartão amarelo no clássico com o Remo. O outro desfalque do time é Negretti, também suspenso. Pitbul é o mais provável substituto, isso caso o sistema seja mesmo o 4-4-2. Embora o sinal de alerta esteja aceso na Vila Olímpica, os jogadores e, principalmente, Goiano confiam na classificação tunante. Para isso, basta desbancar o adversário em sua própria casa.

Ontem, após o treino físico seguido de um tático pela manhã, o atacante Fabinho falou sobre a difícil partida. Ele lembrou, a exemplo de Goiano após o jogo com o Leão, que a situação é bem parecida com a partida com o Santa Rosa, em que a Lusa, jogando em Mãe do Rio, garantiu sua classificação à fase principal do Paraense. "São dois casos bem parecidos. Espero que nossa equipe volte a mostrar eficiência e retorne a Belém com a classificação garantida", disse. O atacante deu até a receita para a Lusa surpreender o Mapará. "Temos de saber explorar com inteligência os pontos vulneráveis do adversário", ensinou. "Precisamos vencer e por isso temos de buscar o gol lá na frente, mas sem desespero, usando a cabeça, para que não ocorra algo de errado lá atrás que coloque tudo a perder", arrematou.


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