Mostrando postagens com marcador tuna luso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tuna luso. Mostrar todas as postagens

23 novembro 2013

Sobre Tuna e "Tunantes"

Via blog do Marcos Moraes,Tunante! Didascalia
Fiquei triste e decepcionado com a derrota do time feminino da Tuna para a Adeco. Acreditava que seria possível uma vitória dentro de casa, embora a Tuna viesse e duas derrotas consecutivas. É chato, principalmente para o torcedor cruzmaltino, conviver com a tristeza da desclassificação, tanto no futebol masculino como no feminino. É visível que a situação no clube não é das melhores. Não somente nos esportes tradicionais como Futebol, Náutica. Mas em quase todos os setores. Tudo indica que a diretoria que o atual presidente formou e conseguiu vencer as eleições há dois anos, não teve o comprometimento de trabalhar nos principais setores do clube, do Social ao Futebol Profissional, passando pelos esportes amadores como Natação, Voley, Náutica, Futsal, etc.
É isso que sempre cobro dos que administram a Tuna. Não se pode formar uma diretoria que não seja 100% comprometida com a história do clube. São 15 diretores, dentre os quais o presidente e o vice, que assumem o comprometimento de se doar, trabalhar em prol do clube. Lutar para resolver todo os problemas. Mas isso na realidade não acontece. Simplesmente porque os diretores não são cruzmaltinos, ou seja, não são torcedores da Tuna Luso Brasileira. Com certeza aparecerão alguns críticos para opinarem que isso não tem muita coisa a ver. Mas eu insisto em dizer que tem a ver sim, e provo. Há algum tempo, o jogador Emerson Sheik, passou por uma situação dessas. Na época, jogador do Fluminense, em uma viagem para o exterior, numa batucada cantou o hino do Flamengo, simplesmente o maior adversário do Fluminense.
Foi o suficiente para Emerson Sheik ser criticado por colegas, dirigentes e principalmente por torcedores do clube pó de arroz. A diretoria do clube então não pensou duas vezes. Rescindiu o contrato de Sheik, que alegou que "apenas" tinha cantado o hino do Flamengo. Não houve jeito. Teve que deixar o clube. Mas é o correto. Não se pode servir a dois senhores; não se pode amar a duas pessoas ao mesmo tempo; Não se pode ser presidente ou diretor da Tuna, torcendo por Remo e Paysandu.
Motivo de nosso orgulho com muito amor O que está acontecendo hoje com o futebol profissional da Tuna, com o futebol feminino e com a equipe náutica é fruto da falta de comprometimento. O presidente, que é o responsável por todo o clube, tem seus diretores, dentre os quais os de futebol profissional e o de esportes amadores, dentre os quais faz parte o futebol feminino; o diretor náutico, etc. Só que eles não trabalharam com comprometimento. O time profissional, por falta de planejamento, demorou demais para ser formado, para começar os trabalhos preparativos ao Seletivo. A sede náutica, ao que se sabe, não tem nem diretor, porque o que foi eleito não assumiu e na época não nomearam outro. E o futebol feminino vive às custas de uns poucos colaboradores; as menins não têm salários, recebem o mínimo que a técnica Aline consegue arrecadar com os abnegados. Somando tudo isso, só pode dar no que deu: insucesso nos três: no futebol profissional, no futebol feminino e na náutica.
Seguidores, navegantes, cruzmaltinos, associados e torcedores: Teremos eleições na Tuna no próximo dia 13 de Dezembro. Você que é sócio remido ou proprietário e que está pagando regularmente o clube, por isso podendo votar e eleger a nova diretoria, tem que saber quem são os pretendentes. Conhecer os componentes das chapas um a um, se são comprometidos com o clube, se são tunantes, se têm história no clube ou se são somente aventureiros querendo apenas promoção pessoal.
Você, associado, é o principal responsável pelo que poderá acontecer no futuro do clube. Por isso o meu alerta: procure conhecer os candidatos. É importante saber se o candidato é pelo menos cruzmaltino. Se tem comprometimento com todos os setores do clube. Se quer trabalhar, se dedicar ao clube ou somente ter uma carteirinha de diretor. O recado está dado. Até o presente não sei se participarei de alguma chapa. Se serei candidato. Ainda é uma incógnita, apesar docruzmaltino, como tunante veterano de sofrer nas arquibancadas, embora sem nunca desitir, espero que cada um cumpra o seu dever de lutar para preservar o patrimônio centenário que é a Tuna Luso Brasileira. Temos que preservar, salvar o clube e time que são nossos e que por isso merecem o respeito de todos, principalmente dos associados e dos verdadeiros tunantes. pouco tempo que resta para as eleições. Mas como

09 novembro 2013

André Luís vs Paulo Wanzeler


Fotos Marcelo Seabra/ O Liberal

No jogo contra o Time Negra Paulo Wanzeler foi o titular. O ex goleiro do Paysandu teve uma boa atuação embora demonstrasse alguma insegurança, o importante foi não tomar gol.

Mas P. Wanzeler acaba de ganhar um concorrente de peso para brigar pela camiseta um tunante,e se trata de André Luis emprestado pelo Paragominas,um goleiro com um bom currículo no futebol Paraense e com boas passagens em temporadas anteriores no Souza.

 Lecheva sabe que não pode dar bobeira em uma disputa desse tipo e ai pode optar pela experiência de André Luís para o jogo deste sábado a noite contra o Aguia em Marabá. Se bem que acho que nosso problema nao esta em nossos guarda redes..mas se for para prevenir,melhor não ficar remediando.

05 novembro 2013

Tuna Luso 0-0 Time Negra / Piores Momentos

FICHA TÉCNICA:
Tuna Luso: Paulo Wanzeler; Gleissinho, Cristovan, San e Gabriel; Dudu, Tayson, Diego Silva e Pedrinho Mossoró (Adriano Miranda); Yuri (Jessé) e Kalindi. Técnico: Lecheva.
Time Negra: Diego Pitanga; Carlão, Alex, Thiago Costa e Pepê; Diego Carioca, Andrey, Endy e Fininho; Jailson (Angelo) e Cássio. Técnico: Zé Carlos.
Árbitro: Marco Antônio Mendonça.
Assistentes: Lucio Ipojucan e Arlene Barreto Souza.
Cartões amarelos: Dudu e Cristovan (Tuna); Cássio (Time Negra)

25 outubro 2013

Zagueira da Tuna Luso sobre derrota: “Não temos a mesma estrutura”



A equipe da Tuna Luso-PA veio a São Paulo e não voltará para Belém com a melhor sensação após a derrota de 5 a 1 para o Centro Olímpico, pela segunda rodada da 2ª fase do Brasileirão Feminino Caixa. Uma das jogadoras mais experientes do grupo, a zagueira Driely reconhece os erros da equipe paraense, mas acredita em uma volta por cima na competição. “Nosso time deu o máximo até o fim, mas falhamos em alguns setores do campo. Tivemos alguns desfalques importantes, tanto no meio campo, como na lateral. O jogo ainda virou 2 a 1”, lembrou.
Há sete anos atuando na equipe, Driely revela que as jogadoras da Tuna Luso não são profissionais, por isso precisam aliar o futebol a outra atividade. No caso dela, divide o tempo que tem para treinar durante a semana com o supermercado onde trabalha no período da manhã. “O time do Centro Olímpico é profissional. Diferentemente da gente. Somos guerreiras. Lutamos todos os dias para treinar e conquistar nosso espaço lá no Pará. Não temos a mesma estrutura que elas têm aqui. O Centro Olímpico está de parabéns, mas vamos aguardar o jogo da volta em casa”, avisou.

 
A zagueira de 25 anos ressalta que a equipe cresce jogando em seus domínios, onde venceu o São Francisco-BA por 3 a 0 na rodada passada, e mostra confiança para o duelo entre os times em Belém, previsto para o dia 20 de novembro. “Vamos tentar buscar a vitória dentro casa, até porque lá dentro é diferente. É nosso clima, nosso Estado, nosso campo, onde a gente treina, e vamos tentar fazer a diferença”, disse Driely.
O fato de ter jogado no Estádio do Pacaembu, independentemente do resultado, foi uma realização para a equipe da Tuna Luso, segundo Driely. “Foi uma emoção para muitas jogadoras. Eu já tive a oportunidade de jogar aqui pela Copa do Brasil quando atuava pelo Pinheirense. Foi importante para a maioria e uma felicidade muito grande. Espero que tenha sido o primeiro de muitos. Vamos lutar para ir longe na competição”, assegurou.

Com todo sacrifício que a vida de jogadora de futebol exige, Driely vê na competição nacional uma motivação a mais para continuar a carreira dentro dos campos. “A gente treina na dificuldade. Não levo o futebol como profissão. Levo mais com o amor e a paixão. Mas agradeço de estar aqui tendo a oportunidade de disputar esse Campeonato Brasileiro. Espero fazer história e se consagrar junto com minha equipe já para o ano que vem”, concluiu.
O próximo jogo da Tuna Luso no Brasileirão Feminino será contra o líder do Grupo 5, São José, marcado para o dia 13 de novembro, no Estádio Francisco Vasques, em Belém.
(Reportagem de Felipe Araujo) no Fox Esportes


 

19 outubro 2013

Tuna Luso x São Francisco - BA / Meninas Tunantes estréiam na segunda fase jogando em casa ,neste domingo,as 16 hs no Chico Vasques

A Tuna esteve ameaçada de perder a vaga no Brasileiro Feminino.Depois de perder no Piauí para as meninas do Tiradentes por 4-3,ficar na torcida por placar que lhe ajudassem foi o que restou.
O Tiradentes em surpreendente ascensão venceu em Manaus o Idaiatuba por 4-2 e chegou aos 9 pontos, se igualando a Tuna.
Ja o Pinheirense empatou no Maranhão com o Viana em 3-3. Ai a vaga foi para o nosso bolso,depois de tres vitorias e uma derrota , se a Tuna fosse eliminada,seria uma injustiça . Coisas da Dona CBF.
Alias que se os resultados na relva nao tivesse posto a lusa na segunda fase, o clube iria buscar sua vaga via tribunal, o time piauiense teria usado duas jogadoras irregulares contra a Tuna.
O Pinheirense desclassificado e se sentindo no prejuízo, corre atras...
Na Segunda fase a Tuna terá pela frente ADECO (SP), São José (SP) e São Francisco(BA).
As meninas da Tuna estréiam em casa contra o São Francisco, neste domingo,20 as 16 hs. E fazem o segundo jogo na quarta- feira ,dia 23,jogando em São Paulo contra a mesma ADECO, as 16 hs.

03 outubro 2013

Brasileiro Feminino: Tuna Luso 2 -1 Pinheirense

Jogando em casa, as meninas tunantes encontraram dificuldades no Derbi Paraense.As meninas do Pinheirense saíram em busca da vitoria e pularam a frente do escore, fizeram 1-0 no primeiro tempo, e assim as equipes foram para os balneários.
No segundo tempo,as guerreiras tunantes acertaram os pés . Empataram o jogo com Cintia e virou com Priscila , cobrando pênalti . A Tuna segue 100% no Brasileiro Feminino, e quase garantida na fase seguinte.
Após a vitoria da Tuna , agora ha pouco no Chico Vasques, a classificacao ficou assim: 1º Tuna Luso (PA) – 9 pontos 2º Tiradentes (PI )- 3 (saldo= 7) 3º Pinheirense (PA) – 3 (saldo= 2) 4º Iranduba (AM) – 0 (saldo= -1) 5º Viana (MA) – 0 (saldo= -16)

Brasileiro Feminino: Tuna Luso x Pinheirense , Meninas lusa buscam classificação no Derby

Do Globoesporte.com- Belém
“É um clássico e a vitória é importante para chegarmos à classificação”. Foi com essa frase que a treinadora Aline Costa definiu o confronto diante do Pinheirense, válido pela terceira rodada do grupo 4 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.
- Se vencermos o clássico, a nossa classificação ficará bem encaminhada. Espero um jogo bem complicado, pois tem atletas de qualidade do outro lado e sei muito bem como atuam dentro de campo – explicou a comandante. Segundo a técnica, as adversárias são velhas conhecidas no mundo do futebol, principalmente a atacante Irley que sempre foi uma “pedra no sapato” das tunantes.
- Ela (Irley) sempre foi adversária, desde a época de futsal. A Irley é daquelas artilheiras que complica muita as coisas para o meu time. Desde já estou montando um esquema na defesa para não deixá-la em boas situações diante da minha goleira – contou.
Para o duelo paraense na competição nacional, o time tunante vai a campo sem modificações ou desfalques. A Tuna começa com Rosany; Francy, Driely, Helane e Kekê; Talita, Lauze, Cintia e Jeane; Cássia e Pricila. Na última rodada, as meninas cruzmaltinas golearam o Viana-MA pelo placar de 6 a 0, fora de casa. Neste momento, as lusitanas lideram a chave com seis pontos e 100% de aproveitamento. A Tuna Luso recebe o Pinheirense nesta quarta-feira, às 15h, no Estádio Francisco Vasques, em Belém.

13 setembro 2013

Feras do Futebol Paraense / Ageu Sabiá

Por Gustavo Pêna Belém( Globo Esporte)
Ex-atacante com passagens por Remo, Paysandu e Tuna Luso era desengonçado, com pernas finas e também sofria problemas com o peso
Desengonçado, com as pernas finas e uma barriga um tanto avantajada, o que rendeu o apelido de Sabiá. Para muitos, à primeira vista, Ageu poderia ser tudo, menos um jogador de futebol. Mas bastavam alguns minutos em campo para o atacante mostrar que era um artilheiro nato, capaz de pegar a bola na linha intermediária, deixar os zagueiros no chão e sair para comemorar o gol com a torcida. Hoje com 46 anos, Ageu Sabiá se diverte contando as histórias que o transformaram em um dos maiores mitos do futebol paraense.
Artilheiro por dois anos seguidos do Campeonato Santareno de 1986/87, Ageu chamou atenção do diretor Walter Abél, da Tuna Luso, que tinha viajado a Monte Alegre-PA. Assim que viram o biotipo do atleta, até então desconhecido, jogadores, comissão técnica e até os repórteres que cobriam o dia a dia do clube riram e se perguntavam: como uma pessoa acima do peso poderia se aventurar a jogar profissionalmente?
- No início foi muito difícil. A desconfiança era muito grande. Ninguém acreditava no meu potencial. Mas bastaram os primeiros treinamentos para que eu provasse o contrário. Quando viram que, mesmo tendo uma barriga saliente, eu conseguia fazer as jogadas de velocidade e finalizar com precisão, as pessoas começaram a me respeitar. Costumo dizer que jogador habilidoso, velocista, inteligente e, claro, gordinho, só existe um: Ageu Sabiá – conta, sem cerimônia.
Ageu Sabiá nunca abriu mão de refrigerante com pastel
Com 1,67m de altura, Ageu afirma que o seu peso ideal era de 65 kg, mas que chegava a entrar em campo pesando 75 kg. De acordo com ele, esses 10 kg a mais não atrapalhavam em nada na hora da partida. Sabiá confessa que a alimentação nada saudável ajudava no ganho de peso. O jogador adorava comer hambúrguer, churrasco, pastel, refrigerante e ainda se aventurava em tomar alguns copos de cerveja. - Eu deixava os treinamentos e atravessava a rua para comer hambúrguer. Se não tinha, o jeito era comer pão com manteiga e refrigerante. Aquela cervejinha também não podia faltar. Os preparadores físicos sabiam disso, mas não me questionavam, pois tinham consciência que dentro de campo eu me garantia. Eles não me botavam para correr seis quilômetros igual os outros. Eu fazia treinos específicos. No campo, corria 100 metros em dez segundos. Poucos jogadores conseguiam isso.
Da Tuna, Ageu jogou no Paysandu, onde ajudou os bicolores a conquistarem o acesso à Série B em 1990, mas foi no Clube do Remo que o atacante ganhou a fama de “carrasco”, principalmente quando enfrentava o Papão. No Leão, o jogador foi o artilheiro no pentacampeonato estadual e um dos principais personagens no tabu de 33 jogos de invencibilidade no clássico Re-Pa. - Respeito o Paysandu, tenho carinho pela Tuna, mas sou torcedor do Remo. Meu diferencial era fazer gol em Re-Pa. Podia passar muitos jogos sem fazer gol, mas bastava fazer um no Re-Pa que a gente era rei. Sou um dos maiores artilheiros do clássico, com 48 gols. Jogando pelo Remo, em 1993, ficamos entre os oito melhores times da Primeira Divisão, comigo disputando a artilharia da competição. Guardo na memória um gol que marquei pelo Leão, diante da Desportiva, do Espírito Santo, quando driblei todo mundo e o meu gol foi eleito o mais bonito no programa Fantástico.
Em 1993, a gente iria enfrentar o Goiás no Serra Dourada e um repórter veio me dizer que era difícil ganhar deles lá dentro. Eu só fiz responder: ‘Difícil é dar rasteira em cobra e cachuleta em jabuti. O resto é fácil’" Ageu Sabiá
‘O cavalo é barrigudo e também corre’ Folclórico, Ageu Sabiá é cheio de histórias engraçadas e frases de efeito que ficaram marcadas em razão da barriga avantajada. A mais conhecida delas aconteceu em 1993, quando Remo e Portuguesa se enfrentaram no Estádio do Canindé, pelo Brasileiro. - O repórter veio me entrevistar e perguntou como eu poderia correr com aquela barriga toda. Olhei para ele e disse: ‘O cavalo é barrigudo e também corre’. Também em 1993, a gente iria enfrentar o Goiás no Serra Dourada, e um outro repórter veio me dizer que era difícil ganhar deles lá dentro. Eu só fiz responder: ‘Difícil é dar rasteira em cobra e cachuleta em jabuti. O resto é fácil’. Eu desembarcava do ônibus para treinar e as pessoas pensavam que eu era o roupeiro do time. Eu deixava pensarem e respondia dentro de campo. Todo mundo ficava boquiaberto quando marcava os gols.
Fama de ‘gordinho’ atrapalhou a ida para clubes do Sul e Sudeste Como todo jogador, Ageu tinha o sonho de jogar nos grandes clubes do eixo Sul e Sudeste. No fim da carreira, o atleta teve passagens rápidas pelo Noroeste e São Carlense. Segundo o artilheiro, o preconceito era a principal barreira para conseguir uma oportunidade em grandes equipes como Flamengo, São Paulo, Corinthians e Grêmio. Em 1994, por exemplo, Sabiá esteve perto de fechar com a Portuguesa. Ele teve que se contentar em encerrar a carreira em 2004, pelo Ananindeua-PA.
Ageu encerrou a carreira em 2004, pelo Ananindeua
- Eu já estava me preparando para viajar a São Paulo, quando o técnico Candinho foi demitido e um outro foi contratado, e não quis mais me levar. As pessoas sabiam da minha fama de atacante artilheiro, mas também ouviam falar que eu era gordinho. Acredito que os presidentes dos clubes tinham medo de apostar no meu futebol e as coisas não darem certo. Os dirigentes comentavam que eu era gordinho demais. Mas isso nunca me entristeceu. Meu negócio mesmo era jogar e fazer gol, fosse no Pará ou na Europa, não me importava com o lugar. 'Se deixarem, o Walter é artilheiro na Seleção Brasileira’
O Campeonato Brasileiro ainda está na metade, mas Ageu Sabiá já elegeu o craque da competição: Walter. Ageu vê no gordinho do Goiás as mesmas características que tinha quando jogava. De acordo com ele, Walter nunca vai conseguir emagrecer e, mesmo estando acima do peso, vai continuar balançando as redes adversárias. - As pessoas vinham falar que o Walter jogava igualzinho como eu. Comecei a assistir os jogos e perceber que realmente era parecido na velocidade e na habilidade dentro da área. Os jogadores fazem com o Walter exatamente o que faziam comigo: me deixavam de lado, não confiavam no meu futebol. Mas é só dar o primeiro traço e fazer o gol que a marcação acontece. Esse atacante do Goiás não precisa emagrecer. Se isso ocorrer, ele para de fazer gol.
Ageu se diverte contando as suas histórias no futebol. Para ele, o atacante Walter, do Goiás, merece uma oportunidade na Seleção Brasileira (Foto: Gustavo Pêna) Assim como grande parte dos torcedores, Ageu pede que o técnico Felipão dê uma oportunidade para Walter no ataque da Seleção Brasileira. Segundo ele, o Tufão tem espaço no time na equipe canarinho, mas trata logo de avisar: o seu posto de verdadeiro gordinho artilheiro nunca vai ser tomado. - O Walter tem totais condições de jogar na Seleção Brasileira. Se deixarem, ele vai ser artilheiro. É um excelente jogador, oportunista, e o nosso time está precisando de um atleta com essas características. É um exímio ‘matador’, vai dar certo, com certeza. Mas é bom que as pessoas saibam de uma coisa: o verdadeiro gordinho artilheiro mais famoso do Brasil sou eu. O Walter é o segundo – se diverte Sabiá.

10 setembro 2013

Tunantes,salvem a Tuna!!!

Deu no Blog/ Didascália por Marcos Moraes - Tunante de quinhentos costados-
Chapa cruzmaltina para salvar a Tuna
Não é segredo para ninguém que existe uma mobilização, muito forte, por sinal, para a formação de uma chapa com o nome de verdadeiros, fiéis e leais cruzmaltinos para disputar as eleições da Tuna Luso Brasileira, que acontecerão em Dezembro próximo.
Até o presente, este escriba e outros cruzmaltinos de "sete costados" têm lutado e esperado pela formação de uma chapa de consenso, de gente que queira trabalhar, discutir os problemas da Tuna sob todos os aspectos, seja no Social, nos esportes, no Futebol Profissional, Salarial e na gestão real, mas até o presente é só muito "lari lari". Tudo que existe é a velha farinha do mesmo saco, candidatos que brigam pelo poder, sem comprometimento e "assim com o presidente".
De acordo com comentários, existem duas chapas e uma possível terceira, com nomes de pessoas que se sabe, historicamente não são comprometidas com o clube, com seus problemas, com seus social, com seus esportes. Por isso a necessidade de se criar um movimento de salvação da Tuna, uma terceira ou quarta chapa, esta formada por verdadeiros cruzmaltinos, sem rabo preso, sem segundos interesses, sem ser testa de ferro de ninguém.
A primeira, encabeçada pelo atual vice-presidente e fiel escudeiro do gestor principal, Eduardo Gonçalves, é tida como a mais forte, por ser o atual vice, um típico testa de ferro um testa de ferro de uma grupo, não tendo, pelo menos até o presente, personalidade cruzmaltina, a não ser algumas história inventadas por sua fértil cabeça, pois com mais de 30 anos afastado do Clube, pouco conhece de sua estrutura e como vice presidente, é uma decepção tão grande como a que se tem com o presidente propriamente dito.
A segunda. encabeçada por Charles Tuma, como Eduardo, também diretor e daqueles que não quer sair da diretoria nem que a vaca tussa, não se sabendo o porquê de decisão tão estranha O sr. Tuma, que foi eleito na atual gestão e já passou por várias diretorias, tem como seu homem forte, na campanha, o ex-candidato Salatiel Gomes, que para conseguir seus intentos não pensa nas decepções que pode causar às pessoas que na verdade amam e querem realmente o melhor para o clube, inclusive nos seus (ex?) amigos.
A outra possível chapa seria encabeçada pelo Benemérito Raimundo Barata. Este, que por muito tempo também caminhou lado a lado com o atual presidente, talqualmente o vice Eduardo, é crítico mordaz da atual gestão, embora, por incrível que pareça, comos os demais -Eduardo e Charles- ainda faz parte da atual diretoria como diretor de futebol. Se não entenderam, nem me perguntem porque também não entendo nem compreendo. E acho que nem o Posto Ipiranga resolve a situação dos três.
Como os três estão lado a lado com o presidente, ou seja, não querem entregar a carta de demissão nem a carteira de de diretor, discute-se a urgente necessidade da criação de uma chapa genuinamente cruzmaltina, com pessoas que queiram trabalhar, queiram ajudar a salvar nosso centenário clube, se for o caso, colocando um ponto final nos estrangeiros, nos ante-Tuna, remistas e paisandus que se agruparam na Águia do Souza e não querem largar de maneira nenhuma, mesmo que os que conhecem a história, os que vivem a Tuna, enxerguem que dia a dia eles estão levando nosso amado clube para buraco.
É necessário que se fortaleça nosso espírito cruzmaltino. É importante que coloquemos na cabeça que é possível salvar nosso clube, que hoje, infelizmente, vive a história do Já Teve, com um SOCIAL acabado; com um SERVIÇO DE BARES E RESTAURANTES arrendado, na mão de pessoas que não respeitam nem conhecem nossa história; uma SEDE NÁUTICA falida, onde não se consegue, por falta de diretoria, formar uma equipe para disputar mais que cinco ou seis páreos em uma regata; um TIME DE FUTEBOL que anoa a ano nos envergonha de tristeza e que agora, vai ter que disputar o seletivo em Novembro e até o presente não tem nada arrumado, articulado; além de problemas com as PISCINAS, onde os sócios não têm acesso; SAUNAS com problemas, onde os homens são obrigados a frequentar a SAUNA FEMININA, além do problema de salários atrasados de funcionários e ex-atletas, que foram jà ustiça para receber, e o caso da prestação de contas, que até o presente o de 2011 está em aberto e sem uma providência séria do Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo. Portanto, urge no seio dos cruzmaltinos, Sócios Proprietários, Sócios Remidos, Torcedores e aqueles que têm uma história no Clube, façam um esforço coletivo para salvar a Tuna.
É importante que não se acredite em candidatos que estão na diretoria, nada fazem mas querem continuar no poder pelo poder. Não têm comprometimento, amor e respeito pelo nosso centenário clube. Por isso devem ser varridos da Tuna Luso Brasileira. Voltaremos ao assunto.

29 agosto 2013

Pode haver renuncia na Tuna

Deu no blog Didascalia
Eleições na Tuna podem ser antecipadas
Aviso aos navegantes (e seguidores):
Corre à boca miúda (e graúda, também) que cruzmaltinos de boa cepa, estão se arrumando e conversando no sentido de propor ao presidente do clube uma renúncia antecipada, tal qual fez o mandatário remista. É que com a situação que ora o clube vive, com penhoras, salários atrasados, a sede e a equipe náutica completamente abandonadas, e como ainda restam cinco meses para o final do atual mandato, a tendência é a situação até dezembro ficar praticamente insustentável. Sem planejamento, sem planos e completamente abandonado pelos seus ditos diretores, o presidente navega por mares conturbados.
Outra preocupação que acontece com a Tuna está no futebol. Prestes a começar o mês de Setembro, ainda não existe um time para a disputa da Primeira Fase do Parazão 2014. Torcedores temem, inclusive, que a Tuna demorando a formar um time, tal qual aconteceu ano passado, a equipe Lusa não se classifique e passe mais um ano sem disputar campeonato. Na conversa, a primeira proposta seria a formação de um Grupo de Trabalho, tipo uma comissão, que ficaria até o final da atual gestão, e na segunda hipótese a antecipação das eleições. É importante, em qualquer uma das situações, que o presidente esteja totalmente de acordo, entendendo, inclusive, que a decisão é em prol de tentar solucionar os problemas da Tuna.

28 abril 2013

Em 1992,Tuna Luso Brasileira conquistava o segundo título nacional

Campeonato Brasileiro 1992 - O Jogo "O que a Tuna não conseguiu durante 90 minutos, fez em apenas quatro: marcou dois gols e conquistou o título de campeã brasileira da Série B, na vitória dramática sobre o Fluminense de Feira de Santana (BA) por 3 a 1, ontem no Baenão (...) O jogo ficou dramático no final, principalmente após o empate da equipe baiana aos 42 minutos. Muitos torcedores deixaram o estádio não acreditando na reação da Lusa. No entanto, Manelão e Juninho garantiram o título, aos 45 e 49 minutos, respectivamente com gols típicos de quem não deixa de acreditar na vitória.

 A partida não foi digna de uma decisão de campeonato. O Fluminense (BA) preferiu jogar para garantir a sua vantagem (de perder até por um gol de diferença) e se retrancou, procurando explorar contra-ataques. A Tuna, por sua vez, precisava ganhar pela difrença de dois gols para ficar com o título. A equipe tunante entrou em campo determinada a reverter a vantagem do Fluminense ainda no primeiro tempo. Não fosse um erro do juiz amazonense Odílio Mendonça, o objetivo teria sido alcançado. Aos 12 minutos, ele anulou um gol de Tarciso, para expulsar os jagadores Dema e Zelito por troca de agressões no meio-campo.

 A Tuna procurava pressionar o adversário, mas esbarrava na forte retranca armada pelo Fluminense, que mesmo assim, chegou a ameaçar a defesa tunante. Aos 15 minutos, após cobrança de escanteio, Ageu cabeceou a bola na trave do goleiro Eugênio. A bola sobrou para Juninho que deu uma puxeta em direção ao gol encontrando novamente Ageu, desta vez livre de marcação para completar a jogada: Tuna 1 a 0 (...).

 Segundo Tempo.

Ao contrário do que acontecera no primeiro tempo, quando ainda tentou atacar, o Fluminense se fechou ainda mais na defesa. Aos poucos, o sufoco que a Tuna dava foi diminuindo. Isto aconteceu porque alguns jogadores sentiram o cansaço da correria em busca do gol. Varela foi substituído por Manelão, para reforçar o ataque, o que sobrecarregou Ondino no meio-campo. Mario Vigia também ficou esgotado fisicamente em função das contínuas jogadas de apoio. Para piorar a situação do time, o lateral Guilherme o melhor jogador em campo, se contudiu e teve que ser substituído por Charles que ficou na lateral-direita, enquanto Mario Vigia foi para a esquerda.

 O treinador Veraldo Santos [do Fluminense] percebendo que a Tuna começava a ficar frágil e partir para o desespero, ordenou a seus jogadores que explorassem contra-ataques pela direita para aproveitar o cansaço de Mario Vigia. O time conseguiu criar algumas jogadas perigosas e esteve perto de marcar o gol de empate. Mas ao mesmo tempo que criava oportunidades, O Fluminense corria o risco de sofrer segundo gol, pois embora cansado, Mario Vigia era a melhor opção de ataque, já que a fragilidade do time baiano era a sua lateral-direita.

 Com alguns jogadores se aproximando do esgotamento físico, a Tuna diminiu ainda mais a pressão que exercia sobre o Fluminense. Tudo levava a crer que a Tuna não conseguiria fazer o segundo gol e que o título ficaria com equipe baiana, que contava apenas com nove jogadores, já que Ieiê tambem foi expulso de campo. Aos 42 minutos, o centro-avante Ronaldo foi lançado e Juninho não conseguiu pará-lo. O lance foi fatal para a Tuna. Ronaldo chutou na saída de Altemir e empatou o jogo. O banco de reservas do Fluminense vibrou e passou a comemorar o título. Do lado da Tuna a tristeza tomou conta dos jogadores.

 A torcida já deixava o estádio, quando Manelão fez o segundo da Tuna, aos 45 minutos, completando um cruzamento de Mario Vigia. A esperança voltou a tomar conta dos jogadores cruzmaltinos, que partiram para o ataque em busca do terceiro gol, esquecendo totalmente o cansaço. Em decorrência de inúmeras paralisações provocadas pelo time baiano, o juiz Odílio Mendonça prorrogou o jogo por mais alguns minutos.

 Aos 49 minutos, a Tuna conseguiu um escanteio a seu favor. Junior cobrou e Juninho completou: Tuna 3 a 1. A festa foi geral. A Tuna sagrava-se campeã brasileira pela segunda vez. A torcida invadiu o gramado para comemorar o título. Mas o juiz ainda não havia encerrado a partida. Imediatamente os torcedores foram retirados de campo e tiveram que agüentar mais cinco minutos para vibrar em definitivo, a merecida conquista cruzmaltina".

 Fonte: O Liberal de 15 de junho de 1992 Copiado do blog http://memoriatunante.blogspot.jp
 

14 janeiro 2013

Pontinho

Para muitos, a Tuna deixou escapulir três pontinhos preciosos ontem no Zinho de Oliveira nao somente por ter estado melhor na relva mas como também, por pegar um time que fora formado as pressas. Agora eu pergunto - E que nao foi?

Ganhar do Águia Dentro de seu ninho nao tem sido tão doce assim. A Tuna jogou fora de casa e o empate vai ser bem contabilizado melhor lá na frente, notem que o Paysandu deixou de ganhar três pontos limpinhos no empate dentro da Curuzu (3 x3) contra o São Francisco e os Cametaenses perderam três dentro de seu terreiro ao levarem (1 x0) do Paragominas.

O campeonato apenas iniciou e levar peia jogando dentro ou fora de casa sempre causa um mal estar na tropa. A tuna volta com um pontinho e com a calma necessária para se preparar para enfrentar o Remo no clássico na quinta-feira.
A partir de agora as queixas com viagens longas,campos e pernas pesadas tem que serem deixadas de lado. Se a onzena Tiver fome e sede para pular barreiras tudo pode ser diferente.

A Tuna tem um time simples,sem grandes investimentos . Tudo dentro de suas reais possibilidades e aí pode ser algo a seu favor,os grandes investimentos feitos pelos outros times tem prazo de validade. Os homens tem mãos suadas e pressa para alcançarem o topo.

A lusa pode voltar a usar o Souza como território inviolável. Vencer em casa seus jogos e buscar com calma bons pontos fora ,tudo sem impor e nem receber pressão para tal.Para muitos a Tuna Luso disputa um campeonato para nao cair no fosso, alguns se atrevem a escolher sua companhia.

Penso que podemos sim ,manter os pés colados ao chão e se valer das escorregadas dos adversários e que com certeza serão muitas.Ao final poderemos ver muitos estendidos ao chão .



Link com resenha de Águia vs Tuna Luso

08 janeiro 2013

Tuna vai encarar o Remo no Mangueirão

Globo Esporte(Belem)

A diretoria da Tuna ainda tentou, mas não conseguiu levar o jogo contra o Remo para o Estádio Francisco Vasques. A Federação Paraense de Futebol (FPF) indeferiu o pedido, alegando que o Souza não tem condições técnicas adequadas para receber um clássico. Sendo assim, a partida permanece programada para o dia 17 de janeiro, no Estádio Olímpico do Pará, às 20h30.

saiba mais
o presidente tunante, Fabiano Bastos, afirmou que, como mandante do jogo, não abria mão de jogar em seu estádio, já que a partida no Mangueirão lhe causaria prejuízos, principalmente, de cunho financeiro, uma vez que a disputa será no meio de semana no período da noite e, segundo ele, com riscos de chuva

– Eu tenho a minha casa e quero jogar lá. Digamos que, hipoteticamente, o Remo perca para o Santa Cruz na primeira rodada. Contra nós, na segunda rodada, a partida será numa quinta-feira de noite, além do que esse clima chuvoso também espanta o público. Por isso, jogar no Mangueirão dará prejuízo, então melhor seria jogar no Sousa com casa cheia, para cinco mil pessoas, do que no Mangueirão vazio – explicou o mandatário tunante.

06 janeiro 2013

Samuel Cândido 'sonha' com título na Tuna

Treinador teve conquistas como jogador e treinador em Remo e Paysandu e agora mira título do Parazão com a Cruz de Malta

Por Gustavo Pêna
Belém (Globo Esporte/Belem)



Poucos são os jogadores que foram campeões também como treinadores em Clube do Remo e Paysandu. O fluminense Samuel Cândido é um desses casos raros no futebol do Pará. O técnico, que completou 52 anos no último sábado, conseguiu inúmeras conquistas pela dupla Re-Pa.

Atualmente como comandante da Tuna Luso, clube que revela ter bastante identificação, o “professor” definiu a sua meta para 2013: conquistar o título do Campeonato Paraense pela Cruz de Malta.


Como atleta, Samuel Cândido iniciou a carreira aos 11 anos, iniciando nas categorias de base de clubes do Rio de Janeiro. Lá teve passagem por Flamengo, Vasco e Madureira. Chegou ao Paysandu em 1982, conquistando o Parazão de 82 e 85. Após atuar pela Tuna, Cândido também vestiu a camisa do Remo. O volante encerrou a carreira aos 28 anos, iniciando logo em seguida a sua trajetória como treinador em um time de pelada de Belém.

- Recebi o convite de assumir o Coritiba, do bairro da Cremação. Chegamos até a final da competição que disputamos e começaram a surgir os comentários de que eu poderia dar certo como técnico. Aliei o conhecimento do futebol com sorte e muito trabalho para dar continuidade na profissão. Iniciei em 1989, na base da Tuna, passando também pelo Paysandu. Como profissional comecei na área em 1996. Fiquei na Tuna de 1992 até 2001 – lembra.


Títulos

Samuel Cândido se orgulha dos títulos conquistados em diversas equipes do futebol paraense, como os da Segundinha e Primeira Fase por Castanhal, Independente, Parauapebas, Carajás e Abaeté. Porém, os canecos mais importantes levantados pelo treinador são o Campeonato Paraense de 2007 pelo Remo e o de 2006 pelo Paysandu, esse com ressalvas. Apesar do técnico da final do Estadual daquele ano ter sido Ademir Fonseca, Samuel considera seu o título da competição.

- Eu conquistei a Taça Cidade de Belém (1º turno). No primeiro jogo da final do segundo turno nós vencemos, mas aconteceu uma troca no comando com a chegada do Ademir Fonseca. O Paysandu perdeu por 3 a 2 e levou o campeonato nos pênaltis. Pelo trabalho desenvolvido no clube também considero aquele título como meu.
Conquistas inesquecíveis
Cândido, conhecido pela disciplina nas equipes que treina, lembrou das suas maiores conquistas durante a carreira como treinador, mas não citou os títulos e sim duas partidas, sendo que ambas foram pela Tuna Luso. O técnico conta que nem sempre o importante são as faixas de campeão, mas outros desafios que os times conseguem ultrapassar ao longo dos campeonatos.

- Lembro da decisão do segundo turno do sub-20, em 1996. O Remo ganhava por 3 a 0 dentro do Estádio do Sousa. Diminuímos aos nove e aos 14, empatamos aos 35 e viramos aos 43 minutos do segundo tempo. Foi uma grande alegria. No mesmo ano precisávamos ganhar cinco jogos para classificar. Vencemos o Paysandu dentro do Estádio da Curuzu, o Remo e os outros três times. Foi uma arrancada da Tuna que até hoje muita gente não esquece.


Falta de oportunidade

Além de passagens por clubes do futebol do Pará, Samuel Cândido já treinou equipes do Rio Grande do Norte e Sergipe. O técnico não acredita que teve falta de oportunidade em grandes equipes do cenário futebolístico brasileiro. Segundo ele, com o Paysandu disputando a Série B do Brasileiro e com o Remo crescendo e chegando à Terceirona, os treinadores regionais ganham mais chances de mostrar seus trabalhos.

- O mercado do futebol é fechado, restrito. Ficamos felizes com o Paysandu retornando à Série B. Com os grandes da capital bem nos campeonatos, as oportunidades para os treinadores locais eram maiores, mostrando seus potenciais nesses clubes para que depois pudessem trabalhar fora do estado. Conseguindo fazer um grande Paraense pela Tuna, com certeza vamos colocar nosso trabalho em evidência para o resto do Brasil.

Samuel quer conquistar o Parazão com a Tuna


Entre as suas diversas passagens pela Tuna, Samuel Cândido considera o seu maior feito a participação na Copa João Havelange de 2000, no Módulo Verde – equivalente à Série C -, quando a Cruz de Malta conquistou o acesso para a Série B, disputando com mais 55 times. Agora, segundo o comandante, a missão é conquistar o título do Parazão com a Águia do Sousa.

- Temos realizado um trabalho árduo com a Tuna e esperamos uma resposta já nos primeiros jogos, surpreendendo com a conquista do primeiro turno do Estadual. Sou um técnico repetitivo, perfeccionista, que cobra profissionalismo dos atletas. Estamos no caminho certo. Treinei Remo e Paysandu e consegui conquistas. Na Tuna tive títulos somente na base e ainda falta essa conquista no futebol profissional.

Tuna vence selecionado de Igarapé-Miri , Remo e Paysandu perdem na estréia da Copa SP

A Tuna realizou nesta manha no Souza, seu ultimo jogo preparativo para o estadual 2013.

Jogando contra o selecionado da cidade de Igarapé-Miri . A Tuna venceu por 2 a zero.

O resultado nao conta, o mais importante para o tecnico Samuel Cândido foi observar os contratados e escolher com calma o onze que vai estrear em Marabá.

Escutando o jogo na radio Clube percebi que nao contamos com atacantes decisivos. Será que no time de baixo nao há um moleque com Faro para gol?
Vamos torcer para que Samuel Cândido acerte direitinho a equipe com o decorrer do campeonato.
Penso que ao contrario do que muita gente pensa, a Tuna guerreira vai voar.

Falando em vôo , a dupla de primos da boca da Almirante Barroso entraram no cacete na Copa Sao Paulo de Júniors.
No video abaixo tem os gols da Tuna e também os das derrotas dos "titanic".


22 dezembro 2012

Ranking Nacional de Clubes: Paysandu fica na 37ª posição,Remo 62ª e aTuna Luso em 219º

Melhor preparar as orelhas. Os pijamas da Curuzu foi o melhor Clube dos tres grandes do futebol Paraense no ranking da CBF.

O Paysandu somou 3.740 pontos, o Remo 1.646 e a Tuna somente 50 pontos.

Remo e Tuna sao os vexames. O Remo por conta de suas pífias participações nos campeonatos Nacionais e a Tuna por ter sumidos deles.

O Paysandu pulou algumas casinhas por conta de sua campanha na Copa Brasil e sua subida para a Serie B.

O Águia Marabaense ficou a frente do Remo(62ª) na 54ª posição com 2.284 pontos.

A Tuna foi superada pelos nanicos de prefeituras Independente de Tucurui(101) com 514 pontos e o Cameta (188º) com 153 pontos.

Justa a colocação do time do Sao Raimundo de Santarém na 79ª com 878 pontos e um Copo da serie D do Campeonato Brasileiro em sua prateleira e time com torcida e tradição no estado.

Resumo desse ranking, a CBF vai ao que parece a partir de agora usar o mesmo para distribuir os convites na participação da Copa do Brasil.

Remo e Tuna que tratem de ficarem espertos.

Os tres primeiro do ranking Nacional sao Fluminense, Corinthians e Vasco.


Sem choro e nem vela..

21 dezembro 2012

Segundo amistoso da Tuna vai ser contra selecionado de Colares

O técnico Samuel Cândido terá mais uma oportunidade para testar o elenco da Tuna Luso para a disputa do Campeonato Paraense 2013. A Cruz de Malta recebe o selecionado do município de Colares-PA, atual da Copa dos Clubes Campeões do Interior, em partida amistosa que acontece no próximo sábado, a partir das 10h, no Estádio Francisco Vasques, o Sousa. O ingresso para o jogo é dois quilos de alimento não perecível.

Zagueiro Preto Barcarena deve fazer a sua estreia pela Tuna Luso (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)

Na ocasião, Samuel Cândido já vai contar com as duas últimas contratações da Tuna para o Parazão: o goleiro Alan, ex-Águia de Marabá, e o zagueiro Preto Barcarena, que disputou a Primeira Fase do Estadual pelo Independente Tucuruí.
O primeiro amistoso da Tuna como preparação para o Estadual aconteceu na semana passada, contra o sub-19 do Paysandu, que se prepara para a Taça São Paulo de Futebol Junior. O jogo terminou empatado em 2 a 2, com dois gols do atacante Edilson. O time principal formou com Paulinho; Sinésio, Edilson Belém, Darlan e Júnior; Diogo, Ângelo, Edilson e Tardelli; Fabinho e Hallace.

29 fevereiro 2012

Turno novo,vida nova!

Por Nildo Lima ,No portal cultura

Vai começar tudo de novo. Nesta terça-feira, 28, será dada a largada do segundo turno do Campeonato Paraense – a Taça Estado do Pará. Tabela zerada e nova chance para todos os times. Principalmente para o Remo que não pode vacilar, se quiser disputar a Série D do Brasileiro. O Leão Azul, que trocou de treinador após a eliminação na semifinal da Taça Cidade de Belém, está pronto para o recomeço. Mas seus adversários também estarão teoricamente mais fortes.

Paysandu, Remo, Águia de Marabá, Independente e São Francisco contrataram reforços, sendo que o último também acaba trocar de comando técnico. São Raimundo e Tuna Luso não contrataram, mas aproveitaram as três semanas sem jogos oficiais para se preparar melhor com vistas à sequência da competição. Já o Cametá, campeão do primeiro turno, aposta na manutenção do técnico Cacaio e no conjunto do seu grupo para conquistar o returno.

No Remo, o técnico Flávio Lopes promete um time mais vibrante e ofensivo para buscar a recuperação dentro do campeonato. O Leão, no apagar das luzes, contratou o volante Jean e o meia Edu Chiquita. A dupla se junta ao volante André, ex-Villa Nova-MG, que já estava contratado.

Já o Paysandu, após ficar de fora das semifinais do primeiro turno, tem como a meta vencer a Taça Estado do Pará, garantindo assim vaga na Copa do Brasil de 2013. O primeiro desafio será na quarta-feira, 29, contra o Cametá, às 20h30, no Parque do Bacurau. Para a partida diante do Mapará, o técnico Nad espera poder contar com os reforços contratados nos últimos dias: o volante Pitbull, ex-Bragantino e o meia Almir Júnior, que já estavam no elenco bicolor, além do meia Thiago Potiguar, que volta de empréstimo ao Fortaleza-CE, e o atacante Adriano Magrão, que estava no futebol carioca.

Em Santarém, os arquirrivais São Francisco e São Raimundo vivem momentos semelhantes. Enquanto o Leão do Tapajós trocou de treinador no intervalo entre os dois turnos – Tiago Amorim assumiu o posto de Oswaldo Monte Alegre -, o Pantera manteve a aposta em Nildo Pereira, que assumiu o grupo na reta final da Taça Cidade de Belém.