26 novembro 2011

Corretor cara de pau, quer se perpetuar na Tuna

O texto abaixo pertence ao blog  Didascalia e eu como tunante comungo 100% do que escreve Marcos Moraes.
O corretor e adepto de outras cores desde que chegou a Tuna somente teve um desejo. O de alocar a Tuna para gente que nao tem nenhum tipo de respeito com o patrimonio construido .
Al longo de sua estadia na Tuna, o corretor tem posto abaixo toda e qualquer chance de termos um clube saudavel . Todas essas e outra  coisas tem provocado cada vez mais o esvaziamento do numero de associados .
Portanto, mas do que nunca precisamos precisamos nos ver livre deste corretor . As urnas podem e devem  impor uma derrota para este Sr. que nao sente vergonha alguma de usar Óleo de peroba para por brilhos em sua cara de pau. 

Como cruzmaltino, frequentador e sócio  há 29 anos do Clube (e pagando sempre as mensalidades!), não entendo como o atual presidente da Tuna Luso Brasileira pode querer a reeleição depois de um mandato desastroso, de perseguição, de desrespeito aos Grandes Beneméritos e Beneméritos, a Conselheiros e ex-presidente e, principalmente, aos associados. Em sua gestão cheia de pontos negativos, em que para se sustentar no terceiro ano de mandato, pediu ajuda até a quem perseguiu, Bastos é capaz de tudo. Eu disse tudo!

A última dele foi ceder as instalações da Tuna Luso Brasileira no sábado, 19 de Novembro, para reunião de um grupo político que defende a divisão do Pará. Bastos infringiu o Estatuto em vigor da Tuna, no artigo em que diz que "é terminantemente proibido o uso das instalações do Clube para manifestações  político-partidárias". Ele é sempre assim: age à sua maneira, com arrogância, prepotência, sem respeitar ninguém e sequer o Estatuto do Clube!

Sobre seu desejo de permanecer presidente, imagina-se que algo ruim vem por ai. Não se sabe qual a grande bomba que está prestes a estourar  na Tuna que fez com que o presidente quisesse, de repente, a reeleição. Talvez seja para colocar o explosivo "apagado" debaixo do tapete!

Comprovadamente sem qualificação profissional, pois em três anos de mandato só conseguiu piorar a Tuna em todos os setores, Bastos ainda tem coragem de ir na Imprensa e mentir, dizendo que foi o idealizador e autor das mudanças do Estatuto em vigor, quando se  sabe que ele, mesmo sendo um dos membros da Comissão designada para elaborar o documento, não participou de nenhuma reunião, preferindo, ao contrário, depois de tudo pronto, tentar esvaziar os trabalhos da Comissão, fazendo inclusive conchavos com os conservadores no sentido de que, no dia da votação pelo Conselho e depois pela Assembléia Geral, se encontrasse uma brecha para que todo o trabalho democrático dos que se debruçaram em várias reuniões por alguns meses, fosse de água a abaixo.

Bastos teve toda a oportunidade para fazer uma bom trabalho na Tuna. Mas sua arrogância, irmanada com a prepotência, impediram que sua estreita visão admistrativa enxergaasse com humildade e democracia e compreendesse as necessidades prioritárias do Clube, e assim trabalhasse com carinho e respeito pela Cruz de Malta,  mesmo que todos saibam que seu clube de coração é alviceleste e seu amor pela Tuna é zero.


Como uma pessoa feliz, não tenho raiva nem mágoa de Bastos, embora tenha sido na história da Tuna, um dos abnegados cruzmaltinos mais perseguidos. E justamente por ele, que outrora foi meu grande colega e a quem ajudei (a seu pedido) para que permanecesse mais um ano na Presidência da Tuna, depois do "racha" com seus ex-diretores João Rodrigues e Jorge Nei, em que quase chega às vias de fato com o último. O mesmo aconteceu também por parte de alguns de seus diretores (em sua maioria torcedores de Remo e Paysandu, por isso descomprometidos com o presente, o passado e o futuro da Tuna). Preocupou-se, assim, a gestão Fabiano Bastos, em não respeitar quem tem história e trabalho na Tuna Luso Brasileira. O presidente trabalhou justamente ao contrário de um sensato e democrático gestor: voltou-se a fazer homenagens a amigos e a dar títulos de Benemerência sem critérios, simplesmente no sentido de receber apoio financeiro e agora voto, tática antiga, conservadora, muito usada por partidos reacionários.

Aliás, o grande sonho de Bastos é ser político, pois desde que saiu candidato a vereador e teve pouco mais de mil votos, ficando na oitava suplência, garantiu para seus amigos mais chegados que "sendo presidente da Tuna seria eleito Vereador". 

Sonhar não custa nada, porque se custasse este cidadão nem sonharia!

Nessa sua nada honrosa gestão, Bastos arrendou praticamente tudo na Tuna. Do campo de futebol  social, Castelinho para "treme terras",  a Bares e Restaurantes do Clube. E o pior:  no caso de Bares e Restaurantes a um cidadão que não tem empresa constituída e que poderá inclusive causar problemas para a Tuna em futuro, pois como o contrato não existe, quem trabalha para o "arrendatário" não tem FGTS nem INSS pagos e  pode tentar cobrar da Tuna todos esses direitos trabalhistas.

Não vou me alongar mais sobre o assunto, mas voltarei a falar sobre a desastrosa gestão do presidente falastrão, que se auto proclama um grande gestor e que dizia no começo do mandato "que a Tuna é fácil de se administrar". Mesmo arrendando tudo, deixando cortar a energia várias vezes e fazendo semanalmente festas com "treme terras" ele não conseguiu sequer prestar contas!  Só se vender parte do clube, pois de outra maneira, está provado, que jamais conseguirá!

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